quarta-feira, 31 de julho de 2013

05x08 - Kitsunegari (Caça à Raposa)

Direção: Daniel Sackheim
Roteiro: Vince Gilligan & Tim Minear

Resumo: Robert Modell, fragilmente recuperado, foge da prisão. Mulder e Scully são chamados para novamente capturá-lo, mas Mulder sente que algo está diferente desta vez.


Comentários:

[Josi]
Modell está de volta. E nosso primeiro instinto ao vê-lo novamente é... odiar odiar odiar morra morra morra! Com as lembranças que temos da última interação dele com Mulder e Scully essa reação não é exatamente inesperada... Como diria a Ariana: MORRA, SEYA!



Recapitulando, conhecemos Modell em Pusher. Esse rapazinho tem uma singular habilidade de fazer as pessoas agirem conforme a sua vontade. Ele "sugere" e os outros obedecem. Da última vez em que o vimos, ele quase matou a Mulder e a Scully e os submeteu a uma roleta russa... No último instante, Scully consegue quebrar o controle que ele tinha sobre Mulder e ele atira em Modell até lhe tomarem a arma.

Neste episódio, tendo Modell escapado, claro que chamam Mulder e Scully para tentarem pegá-lo novamente. (Isso me lembrou de White Collar... Peter fofo sendo chamado para trazer Neal de volta. rs)

Scully: "Na verdade, ele é um sociopata muito inteligente que não tem medo de morrer." (Sociopata inteligente? Sherlock?) - não sei nada da parte de muito inteligente... ele tem uma grande habilidade que é a de controlar as pessoas com a voz... dessa forma seria complicado se ele não conseguisse o que quisesse quase sempre... afinal... inteligência da parte dele só requerida para que ele consiga falar com o alvo...

Pequeno aparte: Scully está divinamente bela nesse episódio. É de fazer qualquer um babar.






Cute por parte da Scully querer fazer com que Mulder não faça parte da investigação porque isso seria exatamente o que Modell espera... Bom, a pessoa tem que tentar, né? Mesmo que a esperança seja quase inexistente. Cara... Mulder só ficaria de fora de uma investigação assim se isso fosse poupar a vida de alguém (ele mesmo não conta). Principalmente num caso assim no qual ele deveria se sentir meio culpado...

A forma como a enfermeira conversa com Mulder me irrita. Mulder pode até se sentir meio culpado, fofa... mas é por não tê-lo matado quando teve a chance. Adoro isso nele, aliás... ele é uma pessoa extremamente generosa e faz de um tudo para salvar qualquer pessoa inocente, mas se a pessoa é um assassino/corrupto, ele não hesita em fazer o que é preciso. E nem devota muito pensamento a isso depois.

Cara... que secretária horrível essa da Linda Bowman! Uma pessoa qualquer liga e ela diz com quem e onde a patroa está. o.O

Eu acho que Mulder foi pego por Modell tão facilmente porque ele já sabia que tinha alguma coisa errada naquilo tudo. Ele não estava brincando quando atendeu o telefone na primeira vez que falou com Modell. Assim que pode, desligou sem dó. Não fossem suas dúvidas, ele teria atirado logo no cara pra prevenir que ele tomasse o controle. Ele baixou a guarda porque tinha dúvidas.

Mulder: "Ele precisou ir." - E nessa hora você pensa... poooxa... até o Mulder... o.O

Adoro o jeitinho que ele fica aqui. rs







Linda deveria ter alimentado muito ódio durante todos esses anos... e vamos ser sinceros... ela deve ter usado o "dom" dela pra se vingar um pouquinho dia após dia. rs

E a forma como ela olha Mulder bem nos olhos enquanto faz o joguinho de palavras dela... fazendo com que ele tenha certeza de que ela está brincando com ele. Porque ela se acha tão superior... ela quer que ele saiba o que ela está fazendo e se delicia em pensar que ele não pode fazer nada contra ela...

Mulder: "Ele falou que tinha uma arma."
Skinner: "Sim. E ele tinha!" - Oh Skinner...

O desejo de vingança da mulher era tão grande que ela não podia sequer esperar pelo pouco tempo que o irmão tinha. Sabe... antes eu pensava que ela tinha matado seu irmão porque ele estava no caminho dela. Mas pelo que eu entendi agora, ela estava apenas amenizando a dor da morte dele. Ela praticou uma espécie de eutanásia... Acho que isso só fez aumentar o ódio que ela tinha por Mulder.

Mas pra ser sincera... não entendi exatamente como Modell encontrou a luz. Antes, ele queria provar que tinha valor ao manipular e matar pessoas inocentes. Daí quase mata a Mulder e Scully, leva um tiro, passa anos vegetando numa cama de prisão e isso é o suficiente? o.O

Mulder desconfia que ela tem as mesmas habilidades de Modell... sabe que ela quer vingança contra ele... e ainda assim vai sozinho ao lugar que ela marca. QUERIA SE MATAR, MULDER???

o.O

Tadinho de Mulder...







Gente, eu não lembro dos detalhes de Pusher... mas então a ideia é que eles só conseguem influenciar uma pessoa por vez, não é? Mesmo assim... ela não poderia fazer Mulder apenas ouvir o que ela quisesse que ela ouvisse? Ou talvez ela já estivesse muito fraca e não conseguiu fazer Mulder não ouvir o que Scully dizia... ou achou que Scully não poderia convencê-lo. E pra ser bem honesta... isso de dizer os nomes da mãe e da irmã de Mulder não foi a melhor dica que Scully poderia ter dado. Qualquer um pode saber facilmente disso, Scully. rs [/Josi]

Quotes:

Skinner: Eu só queria dizer que você fez um bom trabalho.
Mulder: Como assim?
Skinner: Ninguém poderia ter descoberto isso tudo além de você. Você sabia que era Linda Bowman e não Modell. Você estava bem a frente de mim.

Mulder: Eu quase matei minha parceira.
Skinner: Mulder, apesar disso, você prevaleceu. Você venceu o jogo dela.
Mulder: Então por que eu sinto como se tivesse perdido?





Outros comentários de Kitsunegari:

Robert Modell

Ele gostava muuuito de azul

Linda Bowman. Irmãzinha de Modell. Tinha tanto juízo quanto ele.

Os telefones dessa época eram uma beleza.

né?

Ele fica tão chocado... :(

E continua mesmo depois de tudo ter sido resolvido.

domingo, 30 de junho de 2013

05x07 - Emily (Emily - Parte II)

Direção: Kim Manners
Roteiro: Vince Gilligan, John Shiban & Frank Spotnitz

Resumo: Scully, agora com a ajuda de Mulder, continua lutando para obter a guarda de Emily. Quando a menina sofre uma piora em seu estado de saúde, Scully procura um tratamento para a misteriosa doença dela, enquanto Mulder procura respostas sobre o seu nascimento.



Comentários:



[Josi] Este episódio... *suspiro* Ele é muito complicado. É um episódio muito forte se você for prestar atenção nos detalhes das emoções e conflitos da Scully. Ficar estéril não é ruim unicamente pelo fato de que você não pode mais gerar uma criança de seu sangue, mas isso também tira sua escolha. Poucas coisas são tão ruins quanto você não ter mais uma escolha. Ser obrigado a seguir uma rota específica fere o direito mais básico que Deus nos deu: o do livre arbítrio.

Então, não apenas eles retiram o direito da Scully de escolher ter filhos ou não. Eles também usam o material que foi roubado dela (seus óvulos) para suas experiências e destas nascem crianças, vidas, vidas ligadas à Scully por seus genes, que são usadas e abusadas para um fim que ainda não era muito claro para eles naquele momento.

É como Mulder fala para tal Calderon em algum momento do episódio: eles não são médicos, eles são estupradores. Aquelas pessoas violentavam não apenas a Scully, mas todas as mulheres que foram abduzidas e que no fim acabaram mortas por uma doença maldita, todas as mulheres idosas usadas para gerar as crianças, e, enfim, todas as crianças que nasceram resultantes deste processo.

Ok ok... Vamos ao episódio em si.

Finalmente, diante dos fatos, Scully chama Mulder. Claro que ele vem. E a carinha que ele faz quando vê Scully sentada ao lado de Emily no chão me lembrou a que ele fez pouco antes de falar com ela no hospital em Mememto Mori... é um misto de carinho com não saber o que fazer/dizer... cute, mas triste.

A pobrezinha da Scully ainda estava em negação... isso de "ela tem que ter vindo de alguém, ela tem que pertencer a alguém" é um discurso de quem ainda não quis entender o que estava acontecendo.

Mulder: "Por mais que você ame essa garotinha, ela é um milagre que não deveria ter acontecido, Scully". Triste verdade.





E neste momento temos as cenas que mais me deixam confusa... não pelo teor do que acontece, que é bem claro, mas porque a revelação de que a Scully não pode ter filhos é repetida no episódio PerManum... e não como um flashback dessa cena.

A conversa deles aqui... uau... a forma como Mulder fala... baixinho... como se as palavras fossem arrancadas dele... a última coisa que ele quer é magoá-la, mas ele não pode mais deixá-la no escuro.

Tirando pelo histórico da garota... e vendo algo verde dentro da pele da menina... acho que deveria ter soado alguns sinos logo de cara dentro da cabeça de Mulder e Scully não? Scully se negaria... mas po Mulder?! Decepção... rs




Scully: "Como você soube?" - Poxa, Scully! Poooxa!

A carinha que a Scully faz quando o médico fala que ela não tem autoridade sobre a menina é de doer... :(

O filho da mãe diz na cara de Mulder que ele não dará as informações necessárias para fazer a menina melhorar por causa do alto investimento sobre as pesquisas da companhia dele. Eu acho que haveriam outras soluções, não? Tipo, ele assumir o tratamento lá no hospital? Mandar doses do medicamento e tal? Mas ele não faria isso por questões legais, né? E poderia comprometer a pesquisa... E claro que pesquisas valem mais do que poucas vidas... E claro que isso faz o sangue de qualquer um com um pouco de decência ferver! E Mulder não é uma exceção. Amo a explosão dele aí.

A forma como ela estremece aqui... Tudo nesse episódio dói...






Sabe... Chris Carter foi especialmente maldoso com Scully... Fazê-la ser abduzida e então ela descobre ter câncer. Ela é curada, mas descobre que não pode ter filhos. Então, fazem com que ela descubra que estavam usando os óvulos dela para obterem crianças para testes... ela tem a menina como filha, tenta obter a custódia dela... apenas para descobrir que a menina está morrendo de... câncer. Ela acaba aceitando, de uma certa forma, a morte da menina. Alguns anos depois, ela passa a tentar ter filhos com óvulos que Mulder achou. Não consegue. Então, ela de repente engravida, tem o bebê... apenas para ter que desistir dele para que ele possa sobreviver de uma forma mais normal.

Maldade... pura.

Mulder para Frohike, falando das mulheres da clínica onde ele está: "Você teria uma chance aqui." - Não tem tempo ruim para Mulder soltar suas piadinhas. E o melhor é que ele não se importa realmente se a outra pessoa entendeu... ele entender basta. kkkkkkkk

Foi muita coragem da Scully desistir de salvar a menina... ela realmente não era um milagre que deveria ter acontecido... Scully mostra desde aí que ela está sempre disposta a fazer o que deve ser feito e o que seria melhor para a outra pessoa... decisões egoístas vindas da Scully são raras.

Essa cena sempre machuca... Mulder se oferecendo para ficar com a Scully, apoiá-la, mas ela recusa.

Pois aquele era um momento em que ela precisava ficar sozinha com a menina...






Eu morro de pena no final quando ela abre o caixão e não tem nada... eu imagino que Mulder já sabia mais ou menos o que esperar, pois ele não demonstra surpresa. O pessoal não iria deixar o corpo da menina como evidência do que eles fizeram (mas foi muita cortesia deles em deixar a correntinha, não é? rs Poderiam ter simplesmente jogado o objeto no lixo). [/Josi]


Quotes:

Scully: Quem criaria uma vida cuja única esperança é a morte?
Mulder: Não sei. Mas você a encontrou... e você teve a oportunidade de amá-la... Talvez ela tenha nascido para isso também.
Scully: Ela me achou.
Mulder: Para que pudesse salvá-la.
Scully: Como está o detetive Kresge?
Mulder: Está melhorando. Saiu da UTI.

Scully: E os homens que fizeram isso a ele?
Mulder: Eles já esvaziaram o lar de idosos. Todas as mulheres foram transferidas. Não há evidências do trabalho do Calderon na Prangen.
Scully: Há evidências do que fizeram.










Outras Imagens de Emily:

Scully e Emily

Oh Mulder

Mulder na casa de Bill... da forma como eles se amam,
imagina se Mulder ficou para jantar... que situação... rs

Mulder e crianças... ♥

Essa... cena! !!!

O velório de Emily

 ...



Fontes dos gifs: x x x

sexta-feira, 31 de maio de 2013

05x06 - Christmas Carol (Surpresa no Natal - Parte I)

Direção: Peter Markle
Roteiro: Vince Gilligan, John Shiban & Frank Spotnitz        

Resumo: Passando o natal com a família, Scully recebe um misterioso telefonema que insiste que uma garotinha precisa de sua ajuda. Ao seguir as pistas do caso, ela descobre que tem uma forte ligação com esta menina.



Comentários:

Surpresa de Natal é um episódio muito triste. Aí temos a confirmação de que o Bill dentes-amarelos já era chato e pentelhava a Scully desde criança. Mas notei uma coisa, a Scully tem a recordação de uma noite de Natal em que ela e a Melissa ganham, cada uma, um crucifixo de presente, mas se não me engano, no episódio A Ascenção, a mãe da Scully fala para o Mulder que ela havia dado aquele crucifixo para a Scully em seu aniversário de 15 anos. [Ariana]



[Tessa] 
Tara: "Mal posso esperar para ter mais. Esse é o nosso filho. E dá um novo sentido a tudo mais. Não posso deixar de pensar que a vida antes dele não era pra valer. Somente um prelúdio."


Coitadinha da scully, ela fica com uma cara de também querooooo!






Susan: "É solteira e nunca foi casada. Nunca teve uma relação duradoura com ninguém. Tem uma profissão perigosa que requer muita dedicação. E vejo que se dedica muito ao seu trabalho. Um trabalho que seria relegado a segundo plano, em função dessa adoção. Não estou certa de que esteja pronta para fazer esse sacrifício."

Scully: "Pensei muito sobre isso. Para ser honesta, quero dizer, comecei a questionar minhas prioridades desde de que fui diagnosticada com câncer. Senti que me deram uma segunda chance. Nunca me aproximei muito de outras pessoas. Evitei relações emocionais. Talvez tenha tido tanto... Medo da morte e de morrer, que uma relação não me pareceu ser uma boa. Algo que não fosse durar. Mas não me sinto mais dessa maneira." - A scully iria realmente se afastar dos arquivos x para cuidar da Emily... foi o que ela fez quando o William nasceu...

É interessante ouvir a scully dizendo que: não se permite se aproximar das pessoas, que talvez por medo da morte e de morre criar ligações não fosse uma boa ideia”algo que não fosse durar”. Mas que agora depois da cura do câncer ela não se sentia mais assim.

Pensando bem o medo dela tinha fundamento, ela conheceu a Emily e a menina morreu, começou a “ficar” com o mulder e pouco depois ele morreu ai teve o William e logo depois teve que entregá-lo... [/Tessa]



[Josi] Esse episódio... ai ai... Ele é ótimo porque nós temos mais um episódio centrado na Scully e descobrimos mais sobre o que foi feito com ela durante sua abdução e sobre sua vida de modo geral. Mas ele é taaao triste... :/

Começa já com Scully e sua família no feriado de Natal. E já vemos que a Scully não está muito confortável ao ter que encarar assim o passado. Não parece que seja sido algo ruim... apenas... muito nostálgico, acho.

Então... Eu sei que isso é costume e tal... mas eu não acho muito "cute" quando o cônjuge passa a chamar pais, avós, etc do outro da mesma forma como ele chama... "Seus pais serão meus pais". A consideração é fofa, mas a pessoa não precisa chamar a mãe do marido/esposa de "mãe", gente. Pelamor...

O telefone toca... e... ok, eu ia dizer que eu deixaria tocar, mas se eu estivesse na casa de meu irmão eu atenderia também. kkkkkkkkk Odeio atender telefone... enfim... tadinha... Você já não atende o tel na maior das alegrias e a outra vem do além com uma mensagem vaga para que Scully interfira na vida de uma pobre híbrida que aconteceu de ter os mesmos genes roubados da Scully. :/

"O telefone estava fora do gancho"... pois é, Scully. Todo natal tem que ter algum fusuê esquisito pra você se meter agora. Tudo bem, ano que vem a coisa é mais light. (hã? vocês não acham o episódio de natal da sexta temp romântico??? aff! Claro que é)

"Estão zoando dizendo que você recebeu uma ligação de uma mulher morta" - Por isso que Dean e Sam não contam pra todo mundo a história verdadeira. ;)

Gente... vocês também não acham esse policial muito chato? Primeiro ele era cheio de piadinhas: "Scully FBI", "Ela ligou 0800 do além", contou pra geral que Scully estava ali por uma ligação estranha... e agora fecha a porta na cara da Scully fazendo cara feia. Ah... vá se catar!

Oi, Mulder. Bye, Mulder. Até o próximo episódio!

Tara, fofa... espere você passar pelo parto e depois pela fase de cuidar do bebê até que ele vá pra escolinha, daí você pode dizer se mal pode esperar pra ter mais. Como minha mãe diz, ter é muito fácil... o problema tá em criar. (Ok, não é pra todas que a gravidez é simples... e não é todas que tem trabalho em criar os filhos... estou falando no geral. Me deixem! Tara tava me dando nos nervos com toda essa conversinha... e isso tudo deixando a scully triste. sniff)

"Nunca me dei conta do quanto queria até descobrir que não posso ter filhos" - Tadinha... pior que é verdade. O fato de você poder ter a hora que quiser, te dá o direito de escolher. Talvez ela queira mais ter o direito de escolher de novo do que realmente ter filhos.



Como não ter ainda mais raiva de Bill quando a gente que bb!scully passou por um momento horrível na infância porque ele foi um irmão imbecil?

Nossa... são mesmo iguais.







Eu não tinha notado antes das outras vezes em que eu assisti a esse episódio como eles tinham colocado bb!scully sempre tendo de lidar com a morte... E agora ela mistura sua experiência com a da menina...

"Outro telefonema?" - kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Esse policial tava muito de saco cheio com a Scully. Putz!

"Onde você estava o dia inteiro? Nós te esperávamos para o almoço." - A Scully, tal qual Mulder, é péssima pra isso de coisas de família. rs

A mãe da Scully não acreditando nela porque acha que ela está apenas projetando a sua dor no caso me faz pensar que a Scully sabe bem agora como é estar na pele de Mulder. Porque é exatamente assim que ela age com Mulder. Mas... estamos na fase da série em que a Scully passa a ser a crente, não é? Ela tem que passar pela parte do pessoal não acreditar nela mesmo.

Eu vejo esse presente... e só consigo pensar como essa corrente é gigante. (Claro que eu tenho uma igual. :P Mas com uma corrente normal. rs)

Medo dessa Scully.

Olha essa cara de pidonda. o.O

Own... tadinha da Scully... emocionalmente comprometida até o pescoço. Aliás, pela forma como essa cruzinha rodou, muito me admira que Scully ainda a tenha.





Não é à toa que o policial era frustrado com a Scully. Ele liga feliz da vida contando que o caso foi resolvido como ele achou que ela gostaria, apenas para ela colocar ainda mais dúvidas ali. Go go Scully!

"Eu sei que há a necessidade (de se ter um filho), mas transformar essa garota na filha da Melissa não é a maneira de se lidar com isso" - Logo quando eu penso que Bill estava sendo legal... ele dá a facada! Aff

Tá, eu entendo que estavam todos preocupados com a forma de agir da Scully. Mas o exame de DNA é incontestável. Mesmo que Melissa não fosse mãe da menina, a similaridade no DNA indicaria que elas eram parentes, não? E era pra ignorar isso?

Bill é a imagem da frustração quando a mulher chega para falar da adoção da menina por Scully. kkkkkkkk Mas Scully é doidinha... ela jamais conseguiria a guarda da menina. Talvez se ela fosse mesmo filha de Melissa... talvez...

Adoro toda a conversa de Melissa com Scully. Ela era muito sábia. Ela poderia ter demorado mais pra morrer... ou poderiam ter matado Bill no lugar nela.

Então, o presente que Scully recebe na manhã de Natal... é ser mãe daquela garota. Será que ali a família dela entendeu o quanto que a vida dela era complicada?

Agora vamos combinar que o presente da Scully acabou com qualquer excitação com relação a qualquer presente que tinha ali debaixo daquela árvore. [/Josi]



Quotes:

Dana: Melissa?
Melissa: Não sabia que estava acordada.
Dana: Não consegui dormir.


Melissa: Está preocupada com Quântico, ou com quem vai ganhar mais presentes?
Dana: Estou com medo de cometer um grande erro. E vi que o papai acha que vou.
Melissa: Bem, não é a vida dele, Dana.

Dana: É, sei disso. Quando fiz medicina, me senti tão segura. Parecia que era a coisa certa para mim. E quando me formei, sabia que estava errada. E agora o FBI parece ser a coisa certa e... E se não for também?
Melissa: Não há certo ou errado. A vida é um caminho. Siga o seu coração e ele lhe guiará para onde deve ir.
Dana: Você soa como a mensagem em um cartão de boas-novas. Não acredito em destino. Creio que escolhemos nosso próprio caminho.

Melissa: Não devemos confundi-lo com o que é realmente importante na vida.
Dana: O que é?
Melissa: As pessoas que vai conhecer no caminho. Não sabia quem ia conhecer quando entrou para o FBI. Não sabe como sua vida mudará, ou como irá mudar a vida de outras pessoas.




Outras Imagens de Christmas Carol:

Episódio de Natal! :)

Scully sempre muito à vontade nas festinhas de Natal. Só que não.

Emily

Mamãe Scully dando uma dura na filhota

Bill Scully, o idiota precoce

Mamãe Scully fazia maldade com a Scully fazendo a menina usar esse cabelo.
Ninguém merece.

Scully adolescente...

Imagem desnecessária da Scully apenas para lembrar como essa moça é linda. :)

Melissa Scully

Sim, Scully. Você é mamãe. Felicidades?

Fontes dos gifs: x x x