segunda-feira, 19 de março de 2012

04x14 - Memento Mori (Lembranças Finais)

Roteiro: Chris Carter, Vince Gilligan , Frank Spotnitz e John Shibban
Direção: Rob Bowman

Resumo: Scully descobre que tem um tipo de câncer inoperável e que esta doença já causou a morte de quase uma dúzia de mulheres abduzidas por alienígenas. Enquanto ela se submete a um tratamento experimental, Mulder trabalha desesperadamente para desvendar a conspiração que há por trás da doença dela.



Comentários:

[Starbuck] Como as melhores coisas surgem dos acontecimentos mais inesperados...

Ao assistir Memento Mori do box Revelations, vi o comentário do CC e do FS e, ao menos eu, não sabia dos fatos que eles citaram ali:

Primeiro, Memento Mori não iria existir como principal episódio da Mitologia da quarta temporada, eles estavam esperando um outro roteiro (de alguém que não foi citado), mas esse roteiro não veio. Daí o Frank, o Vince e John Shibban (o pai do bebezinho que fez o William em Existence) se juntaram às pressas e escreveram a idéia de Memento Mori. Entregaram tal sinopse para o CC, que reescreveu tudo no Natal (tadinho, o cabeça de parafina nem pode aproveitar o Natal em família... mas, ainda bem... assim tivemos Memento Mori). É o episódio mitológico preferido do Frank S. e XF concorreu ao Emmy por causa dele.

Depois desse prelúdio (eu adoro essa palavra), vamos aos comentários do episódio.

- O teaser de Memento Mori:

Pela primeira vez, sinto o tempo passar a cada batida do coração, os segundos pulsam em meu peito como num acerto de contas,os mistérios inefáveis que pareciam tão distantes e irreais ameaçam se aclarar na presença de uma verdade acolhida não na juventude, mas apenas na sua passagem.
Sinto essas palavras como se tirassem o peso de seu significado de cima de mim, sabendo que ao lê-las compartilhará meu fardo, pois não confiei em mais ninguém. Que conhecerá meu coração, olhará dentro dele, e lá encontrará a memória e a experiência que lhe pertencem,que são você.
É um incentivo para mim, agora sem forças e sem perspectiva para prosseguir nessa viagem que começou há não muito tempo, e que recomeçou com uma fé abalada e revigorada por suas convicções. Se não fosse por elas, eu não seria tão forte agora ao reencontrá-lo e ao vê-lo, incompleto, esperando que possa perdoar-me por não poder seguir o resto da viagem ao seu lado.


Vou colocar três versões de uma das frases mais arrebatadoras da Scully (em Memento Mori):

"That you should know my heart, look into it, finding there the memory and experience that belong to you, that are you"

"E você que conhece o meu coração ao olhar dentro dele encontrará as lembranças e experiências que a você pertencem e que são suas."

"Para conhecer o meu coração, olhe para ele, descubra ali a lembrança e a experiência que pertencem a você, que são você."


Assisti Memento Mori na época que comecei a conviver com alguém com câncer... e tal episódio me ajudou a lidar com isso. Não compreender, pois, como o próprio David disse, não se compreende algo assim. Com nossa ínfima força, tentamos reagir e essa reação nem sempre é algo poético como aparece nesses filmes água-com-açucar. Geralmente a reação vem em forma de ira... uma ira estúpida, pois não há a quem culpar, nem quem esmurrar...

Cenas que amo:

- no momento em que o Mulder fica observando ela lá do vidro da porta, tomando coragem para entrar e manter aquela posição de que "tudo dará certo". O Mulder sempre faz isso, ele para antes de falar com ela, parece que tenta controlar a respiração... daí finalmente entra e fala alguma piadinha para não transparecer o que sente.

- o momento que a Scully (mantendo a pose) conta para o Skinner... e o Mulder todo angustiado observando...




- quando ela finalmente mostra o quanto está abalada... e pergunta ao Mulder o que ela deve perguntar à mulher lá no hospital, se deve perguntar "como é morrer de câncer?".

- quando ela fala com o Mulder do hospital... e ele está falando do caso, tentando parecer imparcial e tal... Daí ela pede a ele para ligar para a mãe dela e pedir que ela traga algumas coisas... Nossa... Mulder perde o chão. Ele dá um soco na gaveta e sai com muita raiva... é dessa raiva que falei acima.... uma raiva calada, que se move como um redemoinho em nosso corpo - buscando uma saída que aparentemente não existe.

- e uma das minhas cenas preferidas (a música que passa nesse momento é de matar):

"Na faculdade de medicina, aprendi que o câncer chega sem ser anunciado, um estranho que se instala em você, fazendo do seu lar um inimigo. Esse é o mal do câncer, ele chega como um invasor, mas logo se une ao invadido, o forçando a destruí-lo. Mas sob o risco de destruir a si mesmo. É a possessão demoníaca da ciência. Meu tratamento, um exorcismo científico. Mulder, espero que nesses termos possa conhecê-lo e me conhecer e aceitar esse estranho que tantos conhecem, mas que não pode ser totalmente extirpado. E, se a escuridão já tiver me engolido quando estiver lendo isso, nunca deve acreditar na possibilidade de alguma intervenção secreta, algo que poderia ter feito. Percorremos um longo caminho juntos, mas essa última distância eu devo percorrer sozinha."

Relação com XF2 (comentário pré-filme):

Memento Mori é considerado por muitos como o melhor episódio mitológico de XF. Justamente esse episódio que não tem nave, não tem super efeito-especial, nem cenas em cenários grandiosos...

Acho que o minimalismo da cenas de Memento Mori é sua maior força. E acredito que veremos isso no filme XF2... Quem quer ver Mulder e Scully com uma capa preta voando por Vancouver a procura de demônios de batom, vai se decepcionar, claro. O que veremos será duas pessoas comuns, com seus problemas, com uma grande história juntos, deparando-se com um caso diferente, mas de certa forma próximo daquilo que eles viveram há 6 anos atrás.. Ou seja, é o retorno de Mulder e Scully. E Isso diz muito... muito... (ok... isso é outro episódio). [/Starbuck]

[Josi] Este é simplesmente um dos melhores episódios de Arquivo X! É lindo, é emocionante. Este é um dos episódios que não tem nenhuma parte ruim. Todas são dignas de serem vistas. Não dá pra simplesmente passar uma cena e voltar pra ver de novo porque você quer ver a outra logo e assim por diante até o final... quando enfim você pode voltar a cena até quase quebrar o aparelho.

Bom, Mulder chegando todo sem graça e com as flores na mão é algo que me marcou mesmo antes de ver o episódio (eu via pelos vídeos shippers... rsrs). Ele chega brincando e depois quando ela conta, ele não aceita e fala isso meio que gaguejando, como se tivesse perdido a fala: "Isso não pode ser verdade... deve haver algo que se possa fazer". Nesta hora, eu sempre lembro de Elegia quando ele diz "eu sei de que você tem medo, Scully. Eu tenho medo da mesma coisa."

Depois, quando ela vai contar ao Skinner, ele fica todo por fora, preocupado por não saber (ou saber demais) se ela estava guardando a preocupação e o desespero dentro de si e somente para si...

Mas, então... depois de insistir para que ela tente encarar o problema de frente, mandando que ela fosse falar com a outra mulher com câncer no hospital (amo essa cena... como ele a chama no canto e fala bem baixinho, com cuidado...),

quando ela finalmente aceita e faz justamente isso, ele cai e se assusta e se frustra... Acho que porque ao vê-la aceitar o problema, ele é obrigado a encarar isso também... a encarar a possibilidade de vir a perdê-la para sempre.

Depois, ele totalmente desesperado pede pra fazer um acordo com o Cança. Nossa! Lembrem do tamanho do ódio que ele sente por este homem e mesmo assim, por não ver outra saída, recorre a isto. Sim, o Skinman mereceu mais do que qualquer outro estar com Mulder e Scully em IWTB. Ele é da família. Q outro homem colocaria sua vida tantas vezes em risco por outras? E ele não faz isso apenas pela Scully (já que alguns acham que ele tinha uma quedinha por ela), mas pelo Mulder também. São os filhinhos dele. rsrs (ok... ignorem a última frase... kkkkkkkkkk).

No entanto, como Mulder é Mulder, ele continua na busca de uma explicação para o que houve com sua parceira e de uma possível cura para ela.

O diário que ela passa a escrever me lembrou das gravações de Mulder em Little Green Men... Mesmo na hora de algo tão íntimo, eles não conseguem se desprender um do outro. Eles têm essa necessidade de se expressar de alguma maneira e mesmo fazendo isso através de um diário, eles se reportam um ao outro.

Ela escrevendo que não era pra ele pensar que poderia ter arrumado uma cura miraculosa...




...quando ele está fazendo justamente isso.





"É a possessão demoníaca da ciência. Meu tratamento, um exorcismo científico."

"E, se a escuridão já tiver me engolido quando estiver lendo isso, nunca deve acreditar na possibilidade de alguma intervenção secreta, algo que poderia ter feito."

É muito forte o que ela fala. Nossa! Na verdade, todo o monólogo dela é digno de ser emoldurado.

O final... é perfeito... ele chega no hospital e não a encontra na cama...





Tadinho... fica desesperado, pensando no pior...





Até que vem o alívio...






Muito fofo, ele a esperando do lado de fora...





O final quando ela diz que não vai desistir, que tem projetos inacabados e Mulder diz (com a carinha mais fofa do mundo) "Come back" é de matar qualquer um...

O que tem a ver com o filme? Bom, pra mim, todo o ep é uma demonstração do amor que um sente pelo outro. Amor, respeito e admiração... Eu acho que isso já diz muito pra o filme novo... muito...

Ah, sim... também achei interessante a forma como a Scully começa o episódio meio pra baixo e no final recupera a esperança. Tal qual em IWTB.

Há um vídeo (que infelizmente eu não consegui achar mais) em que Chris Carter diz que cortou o beijo porque estava guardando este momento para o filme... Assim... dá vontade de perguntar "Que beijo, cara pálida???"! CC é o maior troll da história!

Eu acho que MM diz muito... muito mesmo... marcou a vida deles o conhecimento de que a vida estava passando e que eles não teriam mais tanto tempo juntos.

A ideia de perderem um ao outro pode ter pesado nessa consciência mais profunda sobre o que um ou o outro sentia. Não no lance de um saber do outro, mas deles saberem de si mesmos...

Só uma última pergunta: Por que Mulder levou apenas uma ampola com os óvulos e ainda por cima sem refrigeração? [/Josi]

[Ariana] Tá, talvez eu tenha um quê de sadomazoquista, porque sofro horrores cada vez que assisto a este episódio, mas não consigo deixar de vê-lo. Amo de paixão! É daqueles que a gente vê com uma caixa de lenços ao lado...

Devo admitir que MM é o episódio que mais vi até hoje! Toda vez que fico na dúvida entre qual assistir, dentre tantos, acabo sempre vendo este antes de qualquer outro. Então, pra cada episódio que eu já tenha visto fora das maratonas, na maioria das vezes ele está incluído. Não consigo explicar meu fascínio por este episódio em particular, apenas que eu sou completamente apaixonada por ele! Talvez seja como já disse uma vez, porque ele fala diretamente àquele “eu”, que se esconde no lá fundo escuro do porão. Só não sei o que é que ele tanto fala! Rsrsrs... Para mim ele equivale a umas dessas experiências que raramente se vivencia duas vezes na vida, no que diz respeito a produções televisivas de qualidade. Se bem que no caso de Arquivo-X, essa raridade se repetiu ao longo de nove anos.

No teaser, temos um dos momentos mais tocantes... e dos mais melancólicos também. Não são apenas palavras ditas com o intuito de nos apresentar ao episódio, mas a liberação de emoções e pensamentos expressos de uma forma realmente sentimental por parte da Scully, em um momento jamais imaginado, mas aterrorizante. Algo que poucas vezes presenciamos ao longo da série.

Para mim este é um dos episódios em que ela está mais linda. E este olhar... é, eu entendo o David...




A imagem do Mulder parado atrás da porta, olhando através do vidro para Scully, lá dentro... Imagino toda a confusão de pensamentos e sentimentos pela qual ele estava passando, ali, naquele pequeno espaço de tempo, antes de entrar... Todo o medo, a esperança, a tristeza, a raiva... A gente sente a hesitação dele.

Mulder: “Roubei isso de um cara com a perna quebrada no corredor. Ele não pode me alcançar”. O querido tentando descontrair o ambiente. Só não sei dizer se mais por ele próprio ou por ela.

Não consigo dizer o que mais me comove nesta cena, se é a Scully se fazendo de forte, tentando manter o controle, quando na verdade está mais frágil do que jamais esteve, ao falar para Mulder sobre o seu tipo de câncer, suas perspectivas... Ou o Mulder, perdendo a fala, engasgando. E nós sabemos que ele nunca perde a fala!

A única cena que me faz rir em todo o episódio, não tem foto! É a imagem da pança do Skinner, quando a Scully entrega a ele sua radiografia. Ao mesmo tempo em que tenta se enganar dizendo que “gostaria de investigar isso para o Departamento de Justiça, e não como um assunto pessoal”. O olhar do Mulder ali atrás dela, apreensivo, demonstra toda a preocupação de quem a conhece melhor que qualquer pessoa e sabe que a última coisa que esta investigação é, é isenta.

Olha a mãe do Peter e Nathan Petrelli! Sempre chata, essa veia!





Se não fosse por ele, ela desabaria. A hora em que a corretora diz que a Betsy faleceu, ela não consegue disfarçar o abalo que sentiu. E, como sempre, ele vê isso. E também sofre.

O diálogo na casa do Kurt Crawford é o único momento em que ela não agüenta mais e explode, ao ser confrontada a respeito de suas intenções nesta investigação.


Mulder: “Quero que me escute”.
Scully: “Sobre o que?”
Mulder: “Sobre o que não quer encarar”.
Scully: “O que não quero encarar?”
Mulder: “A origem do seu câncer”.
Scully: “Isso não importa”.
Mulder: “Importa. Se é resultado da sua abdução e o governo sabe disso, esses fatos deveriam ser revelados”.
Scully: “Não sei o que aconteceu comigo. Não me lembro bem e não acho que elas foram realmente abduzidas”.

Mulder: “Essas mulheres estão mortas”. – É significativo que todo o tempo ele lhe falou naquele tom, que é típico deles, mas firme. Contudo, nesta fala, a voz dele sai num fio. Acho que até para ele era muito difícil admitir isso, pensar que o mesmo poderia acontecer a ela.
Scully: “Não, elas não estão. Uma não está. Essa Penny Northern”.
Mulder: “Se não quer me ouvir, fale com ela”.
Scully: “Sobre o quê? Como é estar morrendo de câncer? Como é saber que não pode fazer nada a respeito?”

Mulder: “Se é difícil demais para você, vá como uma investigadora. Ainda sobrou uma testemunha, agente Scully. Acho que deve ouvir a historia dela”.



É aqui que eu sempre me desmancho.

Scully: “Mulder, o que quer que tenha encontrado ou que possa encontrar, acho que a verdade agora está em mim. É onde eu preciso procurá-la o mais rápido possível”. – Uma coisa que de início não tinha reparado, ao ver este episódio, é a voz do Mulder, ao respondê-la. Ela sai embargada, num fio. É algo que só pude notar agora vendo através do DVD, com a voz do David, algo que a gente não sente na dublagem e que se perde muito. Isso sempre me faz chorar ao ver esta cena. Realmente, não tem forma de ver Arquivo X e sermos sinceros, verdadeiramente, tendo outras pessoas assistindo junto.

Mulder: “Estou indo para aí”. – O David está perfeito neste episódio! Em todos os sentidos, claro. Mas não consigo deixar de me emocionar ao ouvi-lo falar, com a voz quase sumindo, segurando o choro. E ela também.

Será que não vão parar de nos fazer chorar? Quando eu penso que o pior passou, eis que surge a Sra. Scully...
Maggie: “Você sempre foi a mais forte. Mas agora é minha única filha”.


Ela quase se entrega, mas mesmo agora ela faz das tripas coração para manter essa força. A expressão que ela faz é inconcebível.

Scully em seu diário: “E, se a escuridão já tiver me engolido quando estiver lendo isso, nunca deve acreditar na possibilidade de alguma intervenção secreta, algo que poderia ter feito”. – É, olha como ele está convencido de que não há nada que possa fazer! Ah, Scully, tu não conhece ele? Acha que ele ia suportaria vê-la morrer sem ter esgotado todas as possibilidades? Ele já sabia que você era seu oposto perfeito... e não a perderia por nada!

Uma observação: não é por nada, mas uma senha tão secreta seria deixada ali ao alcance dos olhos de alguém um pouco inteligente para ver?

Adoro esta frase do Skinner para o Mulder: “Não pode obter a verdade com quem vende mentiras”. – Uma frase forte e verdadeira. Houve ocasiões na minha vida, em que em determinados momentos ela me veio à mente. E não por acaso.

Ops! Segundo momento engraçado!
Mulder para os pistoleiros: “Vistam algo preto e sexy e se preparem para bisbilhotar”.

Scully; “Mulder, sinto você perto de mim, apesar de saber que está seguindo seu próprio caminho”. – Segunda bola fora do dia, Scully! A última coisa que ele está fazendo é seguir o próprio caminho. Se bem que de certa forma está sim. Porque desde o instante em que você adentrou pela primeira vez aquele porão... o seu caminho passou a ser o dele! E ele não seguiria outro.

Agora um momento de doce sonhar... Imagine se ao invés de vários Kurts Crawfords, tivéssemos vários Mulderes... ai, ai...
Ninguém ia me tirar o direito de ter o meu!!!

Mulder lendo o diário dela, se desesperando ao não encontra-la no quarto e quase dando uma surra (merecida, devo dizer) na enfermeira que não sabia onde sua baixinha estava. Mulder-jitsu nela!!!!!!!


Bem, não sei quanto a vocês, mas eu acho muito fofo ele colocando o diário dela com o maior cuidado de volta na mesa de cabeceira... ohwwww... Este é o querido.



Acho muito lindo e comovente vê-lo todo sem jeito explicando a ela que ficou assustado ao ver seu quarto vazio, teve medo que algo pudesse ter lhe acontecido e que, por isso, leu uma parte do que escreveu.

E ela mais sem jeito ainda, olhando para baixo, dizendo “Não queria que lesse aquilo. Tinha decidido jogar fora. Eu decidi esta noite que... não vou deixar esta coisa me vencer. Vim pro hospital disposta a trabalhar. E é assim que eu vou sair”.

E quando ela diz que seguirá em frente, que tem coisas inacabadas, coisas a provar a si mesma e à sua família, mas por suas próprias razões, ele balança a cabeça com o sorriso mais lindo que existe e diz: “Volte”.


CC mau! CC mau! CC mau!!!!!!!!!!!!!






Lembro que a primeira vez que li Grande Sertão: Veredas, uma frase dita pelo Riobaldo enquanto falava de Diadorim imediatamente me reportou a esta cena. A frase é: “Os olhos nossos donos de nós dois”. Lindo, não?

Ai, genteeemmm... exagerei mas é que amo demais MM! [/Ariana]

[Yaya]Ah, esse epi... esse epi...

Sabem? Eu normalmente não posto nesse tópico, mas tenho só um pequeno pensamento sobre esse episódio... mas não vou expressá-lo. Só o básico.

Esse episódio tem todos os elementos que mostram a capacidade do Mulder dar sua vida pela Scully... é palpável a dor dele, o desespero, o medo, e tudo o que rege os sentimentos do homem àquela altura do jogo.

Cena inesquecível: Mulder tentando não acreditar na verdade à sua frente...





Uma das cenas que mais me choca em toda a série, e até hoje é assim, não importa o quanto eu reveja os episódio, é quando a Scully liga para ele e pede para ele pegar suas coisas e ligar para a dona Maggie... puxa... a voz dela... o tom da voz dele, meio embargada... aquele meio riso que ela dá ao desligar o telefone... affff... eu não resisto.

Oh, kids... para quem acompanhava a série nessa época, creio que foi um pesadelo, pois para mim foi... eu fiquei arrasada... devastada... e sei lá mais o que... o resto dos dias... e até o final da trama do câncer... nem gosto de lembrar... foi HORRÍVEL!

Scully no hospital, após a quimio... fraca, debilitada... não gosto de lembrar.





Ah, essa cena...






E eis que, mesmo em meio à dor, ela ressurge... ela tenta triunfar sobre tudo... \o/\o/\o/\o/




E ele está lá para ela... seu parceiro, amigo, sua rocha, sua constante...





* E eis que após esse episódio estou eu, ainda adolescente, trancada no banheiro, chorando que nem uma besta, quase me acabando... foi horrível. Fato! * [/Yaya]


Quotes:

Mulder: Quando eu te procurei no seu quarto e não te encontrei, fiquei com medo que algo tivesse acontecido. E li parte do que escreveu.



Scully: Não queria que lesse aquilo. Tinha decidido jogar fora. Eu decidi essa noite que... não vou deixar essa coisa me vencer. Vim pro hospital disposta a trabalhar. E é assim que eu vou sair.

[...]

Scully: As pessoas vivem com câncer. Eles seguem em frente. E eu também vou seguir. Tenho projetos inacabados, coisas para provar a mim mesma e à minha família. Mas por minhas próprias razões.

Mulder: Volte. .. ... .. A verdade vai salvá-la, Scully. Creio que salvará a nós dois.






Outras Imagens de Memento Mori:


Cena cortada, com beijinhos na bochecha!
(Não achei mais a cena com o selinho... =/ Quem tiver o link passa nos coments? :))

"Roubei estas flores de um cara numa cadeira de rodas..."

Betsy

Bill.Chato


Graças ao tumblr... o beijo da cena deletada. ;) Fonte.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

04x13 - Never Again (Nunca mais)

Direção: Rob Bowman
Roteiro: Glen Morgan & James Wong

Resumo: Scully tem uma crise existencial, faz uma tatuagem, dorme na casa de um estranho e deixa o Mulder (pela primeira vez) sem palavras. (by Star)



Comentários:

[Starbuck] "Tudo isso por que eu não te dei uma escrivaninha?" - É por essas e outras que AMOOOO o Mulder... o cara consegue, né??? ele consegue se superar!!!!

Never Again é um episódio corajoso (tentei encontrar outra palavra, mas..). Já no teaser fica claro que algo estranho acontece, Scully está entediada e ausente. E nunca a tínhamos visto assim. Ela pode não concordar com as teorias do Mulder, pode ficar irritada com ele, mas NUNCA fica ausente (e nunca escrevi tanto "nunca").

Por que não tenho uma escrivaninha???






M:Sempre achei que aquela área era a sua.
S: Lá no fundo...

ok. Teremos outra escrivaninha e não sobrará lugar para andar, mas ficaremos cara a cara. Dá para jogar batalha naval.




Nesse episódio acredito que pela primeira vez a Scully se permitiu pensar sobre a sua relação com o Mulder. E diria até que ela compreendeu mais do que poderia compreender naquela fase do relacionamento deles (ainda não estamos em ALL THINGS). Então, o entendimento de que havia algo mais (bem mais) e a angústia de que não existia uma forma de tornar isso realidade sem se perder muita coisa (tinha o lance da amizade, da forma como o Mulder leva a vida, dele viver num mundo à parte ownnn) fez com que a ruiva surtasse. O comportamento do Mulder nesse episódio continua da mesma forma: ele é mandão, ele entra num universo paralelo quando está num caso, ele quer resultados, ele a quer por perto, ele quer estar ciente de cada passo dela... Enfim, isso é ser Mulder. Mas a raiva da Scully (que Freud não volte dos mortos para me matar) é justamente ela ter entendido antes dele que a amizade colorida há tempos tinha virado algo bem maior... E como ela não podia falar nada, ela fez o que geralmente as pessoas fazem: BESTEIRA rs rs .

"Eu não vou.."






M: Como assim? *tadinho... acho que NUNCA (olha a palavra novamente) ele pensou que ela diria NÃO para ele!*.
S: Seu contato, apesar de interessante num contexto de ficção científica, estava, que eu me lembre, narrando um resumo malfeito de um episódio do desenho Alceu e Dentinho. * ai... essa doeu... *
S: Até parece que você é meu superior... (ok.. e alguém ainda pensava que o relacionamento deles era de amigos? Essa discussão foi... sei lá.. foi... HOT!)

Olha só... agora vem a explicação do motivo de colocar o adjetivo "corajoso" para esse episódio. Pois bem, a Scully era vista como o personagem feminino mais forte que já havia existido na TV, era independente, não ficava se lamentando como algumas mulheres e homens, nem resumia todo romantismo da vida a um buquê de flores e a um "I love you". E... Glen Morgan e James Wong colocaram-na como uma pessoa forte, mas também como uma pessoa de verdade. Porque pessoas de verdade se sentem perdidas, incompletas e fazem merda... e isso é o que mais gosto nesse episódio: ver essa nova nuance da Scully.

M: Talvez seja bom nos separarmos um pouco. (se ele soubesse como iria se arrepender de ter falado isso rs rs ).

Agora vejam o olhar da Scully ao final dessa cena... e ele a olhando antes de partir... sim.. o Mulder pode viver a procura de homenzinhos verdes (que, na verdade, são cinzas), mas ele saca as coisas...

*ah..f-se o amor intelectual.. um homem com esse cabelo e esse olhar merece ser perdoado... coloca uma música de novela mexicana aí e deixa a Scully correr para o abraço afff... *

O Ed Jerse é um LOOSER... um grandíssimo PERDEDOR, que usa até a personificação da Tatuagem (com a voz da Jodie Foster) para ser capaz de cometer seus crimes medíocres. "Mesmo uma testemunha-de-Jeová não quer perder tempo com você." he he he... Nesse momento, fiquei fã da tatuagem... (só nesse momento).

Eu acredito (outra palavra q estou usando muito aff) que a Scully só foi se encontrar com o Ed depois da provocação do Mulder ao telefone ("Y-you’re kidding")... E aquela conversa dela lá na boate com o Ed foi meio ... estranha. Primeiro ela diz aquilo que mesmo não sendo Freud, nem o Cança, a gente já tinha sacado, ou seja, ela adora lidar com uma figura controladora (e isso diz muito, muito mesmo rs rs). Depois fala que sente como se vivesse em círculos. Agora a pergunta que não quer calar: E QUEM NÃO VIVE EM CÍRCULOS??

* atende.. atende...*






*bom... cadê a música da novela mexicana de novo..quem resiste a essa carinha do Mulder?? ruivaaaaaaaaaaaaaaa.. cadê você???*



Não vou colocar nenhuma imagem do momento da tatuagem porque fico constrangida. rs rs... Não entendo aquelas cara da Gil... ops... Scully.

Uma pergunta: se ela "ficou" com o cara, por que ele dormiu no sofá?

Eu acho que o CC não permitiu ao Wong&Morgan insinuar muita coisa... Então, ele pensou... deixa assim. Pode ser, pode não ser... bem XF... Mas, uma coisa é certa: o Mulder achou que aconteceu...YEAHHHHHHHHHH... (Tadinho)

Eu acredito que não aconteceu nada, mesmo ela estando sob o efeito do alucinógeno, pois como o Mulder fala na cena final, a quantidade de alucinógeno que foi detectado no sangue do Ed, por exemplo, não era suficiente para ele cometer tais crimes, havia algo mais... Logo, a Scully tava pirada e com muita raiva (o que é uma "paixão" recolhida, hein?)... mas, talvez tenha só enchido a cara e caído na cama do doido...

Não gosto desse personagem Ed Jerse, nem desse ator, acho-o... sei lá... meio bobão.

A Gillian e o David estão lindos nesse episódio...

Entendendo que fez uma grande burrada.






Ligando para o Mulder, mas se arrependendo... Imagina ter que admitir que fez uma grande burrada e ainda ter que falar os motivos que a levaram a fazer?



*Scully se preparando para a sequência scully-fu*





Ok.. Depois de toda essa jornada rumo a tatuagem da cobra-engolindo-a-cobra, temos um dos silêncios mais significativos de XF:
M:Tudo isso porque eu não te dei uma escrivaninha?
S:Nem tudo é por sua causa, Mulder. Essa é a minha vida. *podia ter ficado sem essa, narigudo rs rs *

M: Sim.. mas... (e eis aquilo que parecia impossível: mulder mudo!)





[/Starbuck]

[Fagner] Nunca mais é fantástico! Scully Às vezes tem que tirar uma folga de Mulder! Putz, quando o cara quer ser chato exagera! Adoro ela fazendo a tatuagem, um orobóros, ela faz umas caras meio de prazer e dor, como se ela gostasse de um certo masoquismo; como ela revela para Ed Jerse, que sempre teve homens dando ordens à ela, ela sempre gostou disso inconscientemente.

Não fica claro se eles realmente dormiram juntos, acalmem-se shippers, mas creio que sim... um casal desimpedido... sozinhos em casa, os dois partilhando a fossa... Mas foi bom pra ruiva, ela precisava!

O que é o final?! Adoro a frase: "Nem tudo gira ao seu redor Mulder". E o alto: "Mas é... que..." Muito bom a cara de tacho de Mulder, levou um corte daqueles! Podia dormir sem essa!!! [/Fagner]

[Josi] Realmente, a Scully nunca teve um espaço físico ali. Só tinha o nome dele na porta e na mesa. Bom, não acredito que isso os preocupasse de verdade. Mas isso não faz com que ela não tenha razão. Talvez o medo dela tenha feito com que ela visse essas coisas... errr... mesquinhas? Talvez...

Sabe... Eu acho que para uma cientista não há um lugar melhor do que aquele em que a Scully estava ao lado de Mulder nos Arquivos X... talvez ficou ruim porque ela realmente não conseguiu provar nada do que queria ali... e certamente não era que o Mulder estava errado.

Imagine se ela conseguisse uma prova das coisas que eles viam? Seria uma revolução na ciência! Ou no mínimo uma descoberta muito interessante.

O papel dela ali era este mesmo... oferecer um contraponto cientifico aos casos. E certamente isso dava um novo sentido às investigações do Mulder, já que ele viajava legal nas teorias dele e só depois as ia refinando com as respostas científicas da Scully...

Eu acho q em Never Again ela e ele estavam birrentos... cada um por seu motivo, sendo o dela bem mais significante...

Entretanto, dá pra entender a melancolia da Scully... sei lá... tem dias que a gente tá assim também. Como há dias em que também estamos como o Mulder (apesar de neste dia, talvez pelas férias forçadas, ele estar excepcionalmente menos do que deslumbrante...) querendo dar foras e respostas tortas pra todo mundo.

Olha a postura do homem!
ADORO! Mas sabe quando você está daquele jeito... hipersensível? quando qualquer coisinha te irrita? pois é... e Mulder está especialmente irritante neste dia... lembrem-se, o obrigaram a tirar férias!

"M: Talvez seja bom nos separarmos um pouco." - Own... eles iam dar um tempo na relação!

Quanto a Ed Jerse... baixa autoestima ali não era pouca não. Agora vejam bem. Este homem, como a Scully, também procurava um meio de mostrar que pode mandar em algo... controlar algo... mas, diferente da Scully, até a atitude dele (violência) é tomada através de "outra pessoa". Vixe...

Bom, a gente sabe que Mulder estava ligando por causa do caso né? Sabe quando ELA tirou uma folga (Chinga)? Ele ligava pelo caso também... ;) Imagina só... o cara sai do home dele (o escritório era o home dele antes de IWTB!) e deixa a... a... a pedra fundamental dele "perdida". Tinha que ficar de olho!

Quase morri de rir quando o Mulder diz que o lugar para onde ele ia era pessoal, que ele iria a um lugar pra tentar descobrir quem ele era... ele fala isso bem sério. Depois liga pra Scully da casa do Elvis dizendo que estava naquele lugar especial!
Ok, Mulder! o.O

Claaaaaaaro que ela foi atrás do cara por causa do Mulder!!!

M: "Por que? Por acaso você tem um encontro?" - Tipo, até parece que você tem algo melhor pra fazer... A Scully tinha que tomar uma atitude, não é? (claro que não... mas ela não estava com muita disposição pra pensar. Se ela começasse a ponderar, ela poderia lembrar de... de Leonard Betts - Eu não ligo pra quando foi filmado. O fato é que este episódio foi ao ar depois de LB. Hunf!).

"Ela adora lidar com uma figura controladora" - Muitas fics devem ter nascido neste momento das mentes pervs de muitos fãs...

"Mulder, a quanto tempo você não sai com alguém" (Rain King) - Scully, a especialista.





Olha... o CC é mau mesmo... naquela altura do campeonato, colocar a Scully com outro cara e ainda por cima com suspeitas de uma doença gravíssima... é pra matar os shippers.

Gente! A Scully pode estar como for... mas ela jamais deixaria de atender a uma chamada do Mulder. A não ser que ela esteja em apuros... vide En Ami. Por isso, o pobre fica doido. Acho que ele pensou... "por que eu não a mandei pra casa? por que eu deixei que ela fosse brincar sozinha por aí?"

Ele foi buscar o café... own... ele achou mesmo que a sorte dele iria mudar tanto? Cai da cama e acorda, meu filho! A Scully já tem o narigudo dela.



Falando sério, eu não acredito que ela tenha dormido com ele... 1. Ele dorme no sofá. 2. Ela acorda vestida...

Se ela dormiu com o cara, então deve ter sido uma experiência muito ruim pra ela expulsar o cara do quarto e mandá-lo dormir no sofá! E ainda por cima na casa dele!

Que ela deu uns pegas nele é certo, afinal aquele beijo foi bem claro... Mas daí a dormir com ele... eu acho que não... Antes eu tinha certeza que sim (e eu amava taaaanto essa idéia)... mas quando assisti de novo percebi que o cara acorda no sofá e ela acorda na cama meio vestida... Ou seja...

Agora, a baixinha tem um poder de persuasão que Deus me livre... o cara preferiu meter o braço dentro de um forno a machucá-la?

"Eu vou fazer uma tatuagem do Knicks no bumbum..." - Momento "eu perco o amigo mas não perco a piada..."




Nesta hora, ele deve ter pensado... "ops, lá vem coisa". Ele não estaria errado...





O interessante mesmo não é o Mulder ter ficado calado no final... ele poderia ter ficado calado por diversas razões como ele já ficou antes muitas vezes. O fato é que ele TENTOU falar. Ele tentou dizer algo, mas não pôde... ou não achou que fosse conveniente.

Mas vamos combinar que deixar Mulder sem palavras é uma tarefa muito difícil... [/Josi]

Agora, Mulder disse que uma outra mesa deixaria o escritório apertado não foi isso?! Mas notem que na era do Xerifão (me permita, Star) ele tinha sua própria mesa não tinha?! [Iandra]

[Ariana] Este episódio é um dos meus preferidos!

Muitas vezes já discorremos a respeito da personalidade e sentimentos reprimidos da Scully e sua dificuldade em externá-los, o que muitas vezes nos faz questionar seus motivos, intenções. É o tipo de pessoa que justamente por meio daquilo que não revela, mas oculta, a percebemos. Mas neste episódio somos apresentados a um novo aspecto de sua personalidade, uma nova perspectiva que não agradou a todos que viram. Afinal, não condizia muito com a Scully a qual fomos apresentados e passamos a conhecer ao longo da série. Realmente, é uma Scully diferente daquela que nos acostumamos a ver naquelas felizes noites de sexta-feira... Mas quem de nós não possui uma personalidade diversificada, com seus segredos... as suas três faces de Eva (que geralmente não são apenas três)? Ela fugiu disso e é o que torna a personagem tão rica, tão fantástica! Adoro vê-la nesses momentos de crise, se expondo, mostrando lados que nunca imaginamos a seu respeito, suas neuroses... como qualquer outro ser humano. E se tem algo que aprendemos é que justamente nestes momentos de crise, ela se revela, como aconteceu em Irresistível, em Lembranças Finais, em Emily, em Todas as Coisas, dentre os que me lembro.

Gosto muito deste início, quando ela e o Mulder estão interrogando o suspeito (não lembro de nomes) e ela não disfarça a completa ausência em relação ao que se passa, prestando atenção a uma pétala de flor depositada no monumento aos soldados mortos, que ela pega e se detém a observar mais do que seria conveniente, como se nada mais existisse.

E de volta ao porão... ela olha tudo ao redor como se nunca tivesse visto, tudo ali denuncia o Mulder, tudo tem sua marca e ela... tem o cantinho no fundo do porão!



Eis que ele chega... Sequer a vê, segue falando sem parar, aliás, dando instruções sobre o que ela deve fazer em sua ausência. Naquela que será sua jornada de descoberta espiritual. Como se não fosse suficiente, ainda faz piadinha (sem graça) sobre ela questionar o fato de não ter sequer uma mesa! Definitivamente, o Mulder merece uma chacoalhada de vez em quando! Aqui ele está especialmente irritante. Se não fosse tão estupendamente fofíssimo, merecia um chute bem lá! Opa! Esse não é o tamanho dele não! Scully agora sabe... Rsrsrsrs...

Mas quem disse que ele consegue ficar longe dela? Mal saiu e já ta lá doidinho, fazendo malabarismos para conseguir ouvir o som da voz da ruiva-baixinha-ciumenta-que-faz-autópsias!


Querido, essa posição é perigosa!






Momento que merece ser lembrado sempre: Mulder, com saudades imensas novamente, ligando da casa do Elvis assim...




Novamente ele mereceu o fora que levou, da irada Scully, ao perguntar ironicamente se ela tinha um encontro. E o que jamais pode ser ignorado... Incorporando Elvis! De acordo com algumas pessoas, isso se chama encosto e tem até sabonetinho pra tirar de tu! KKKKKKKKKKKKKKK

Quem gosta de ler as mensagens corporais, leia... Sem língua, heim, Scully? O Ed viu suas amídalas!




Mordendo o canudinho... Pra bom entendedor... A muié tava no ponto!





Outra coisa inédita foi o enfoque dado a até então inexistente sexualidade da Scully! Infelizmente com Ed Jerse... KKKKKKKKKKKKK... Podemos ver isso claramente na cena em que ela faz a tatuagem, no misto de prazer e dor expressos por ela. Aqui esqueça o que eu disse sobre dor! KKKKKKKKKK

Mulder preocupado...






Querido mais do que preocupado!






Como se não bastasse, chegar com a cara roxa no trabalho! O que é pior, este olhar ou o comentário que se segue?
Como se fosse apenas um... Sinceramente, sinto por ela nesta hora.


Pior é minha mãe, que sempre fica com peninha do Mulder, no final. E eu digo: "Como assim??? Ele mereceu essa da Scully! Vai ser egocêntrico assim lá na casa do chapéu!!!!"
Pô, perguntar se tudo isso é porque ele não lhe deu uma escrivaninha!
PLÁH no Mulder essa hora!

Mas nada se compara à distância entre Mulder e Scully neste episódio, algo que nunca vimos com tamanha intensidade. Nunca uma mesa separou tanto duas pessoas...


Se bem que a Gilly disse que ao filmar este episódio, não sabia que ela estava com câncer, tendo em vista que ele foi escrito inicialmente para ir ao ar antes do episódio do Betts. [/Ariana]

Quotes:

Mulder: Recusa uma missão por causa das aventuras de um alce e um esquilo?
Scully: Recuso uma missão? Até parece que é meu superior!
Mulder: Como quiser. Não vá. Mas lembre-se: dei duro para reabrir estes casos! Acabou de ser designada. Este trabalho é minha vida.

Scully: Que agora virou a minha.
Mulder: E queria que não fosse?
Scully: A questão aqui não é você. Talvez seja, indiretamente. Não sei. Me sinto perdida, Mulder. É difícil ver, pior ainda achar algo na escuridão de locais sigilosos. Queria poder dizer que andamos em círculos, mas não. Andamos numa trilha infinita. Dois passos para frente, três para trás, enquanto a minha própria vida fica parada.

Mulder: Talvez seja bom nos separarmos um pouco.







Outras Imagens de Never Again:

Ed Jerse, o psicótico.

A tatuagem do Ed

Bonita ou o quê?

Criatura irritante. :P

A tatuagem da Scully

Eu também, Scully... Eu também.