domingo, 13 de fevereiro de 2011

03X20 - Jose Chung's From Outer Space (Do espaço sideral)

Roteiro: Darin Morgan - O FLUKEMAN
Direção: Rob Bowman

Resumo: Scully relata a um famoso escritor um dos casos investigados por ela e seu parceiro.



Comentários:

[Josi] "How the hell should I know?"

Eu não acho que alguém possa se considerar excer sem amar loucamente esse episódio. É totalmente Arquivo X mostrar, dentro do bizarro, a poesia; colocar, justamente no lugar mais improvável, a beleza e a bondade. Este episódio é tão absurdamente fantástico que eu nem sei por onde começar a comentar.

"Jose Chung's from out space" expõe todas as formas como a ideia de alienígenas pode ser desacreditada e levada ao ridículo e mesmo assim, ou justamente por isso, cresce a nossa capacidade em acreditar na verdade que a série propõe.

Logo de início, somos levados a acreditar que este seria um episódio comum de aliens e OVNIs, mas parecia haver algo estranho. Então, aparece o casal sendo abduzido, mas por que mesmo que eles têm que ser carregados daquela maneira? Onde estaria a luz forte e os corpos sendo levitados? É aí que ele aparece! Lorde Kimbote! E o que você pensa? "O que diabos é isso". Mas peraí? Não foi exatamente o que o "alien" perguntou? E para a nossa surpresa o outro responde: "Como diabos eu vou saber?".

Assim temos um dos melhores teasers da série.

Daí pra frente somos apresentados, através da "versão da realidade" da Scully - notem como desta vez ela realmente conta a história corretamente, diferentemente o que ela fará mais à frente em Bad Blood -, ao processo de investigação de uma suporta abdução.

Anotem uma coisa preciosa: a verdade está nos pequenos detalhes.

Enquanto a visão macro é sempre distorcida, uma frase aqui, um fato acolá vai nos guiando para nos mostrar o que talvez possa realmente ter acontecido.

Scully de tiete é muito mais fofa (e contida... oremos!) do que Mulder não é? rsrs




Err...






E pra sempre eu vou lembrar da Star quando eu ver o alien (que não era um alien realmente...) fumando, se balançando e repetindo "This is not happening"...

Adoro a cena do garoto querendo dar uma de corajoso, de "big macho man", mas na hora do vamos ver se encolhendo todo num canto! E ele se irritando com o pobre "ET"? Acho que o ET deve ter pensado "garoto, caso você não tenha percebido, estou tão ferrado quanto você!".

Não saiam correndo, ok? Eu realmente não resisti...
OMG! Fazendo biquinho! Oooooown...




Scully: "Mulder não descarta nada tão facilmente." - Pobre Scully... Mas ele tá certo, fia... devia haver algo de real naquele... err... script. Afinal, depois o garoto que foi "abduzido" fala de Lorde Kimbote (M-E-D-O).

E Scully novamente chama Mulder de doido. ;-) O que seria de nós se nosso querido não fosse meio maluquinho?




A descrição do carinha metido a ufólogo é de matar qualquer um! (de rir, claro)


Gente... eu adoro quando repetem os personagens na série... E Mr Yappi é o fim!!!  Scully "ama" esse cara! E acho que eu já vi aquele policial que tinha o "vocabulário colorido" em algum lugar... :/


Aff... Mas também pra esse maníaco covarde todo mundo o ameaça... :P Se ele não recorresse ao "ROSWELLLLL ROSWELLLLLLLL" tão hilariamente sempre que possível, eu mesma o ameaçaria. rs


Enfim, até o policial-boca-suja fica mudo diante do circo armado pelos militares para esconder o que realmente teria acontecido.

Outra coisa legal deste episódio é podermos ver como é que Mulder e Scully trabalham, como eles têm que unir diversas versões diferentes de pessoas diferentes. Pessoas que têm suas versões alteradas pelo medo, pelo interesse pessoal ou mesmo por terceiros. É disso que eles têm que retirar uma verdade. E só podemos ficar surpresos quando a Scully diz ao final: "isso é até mais do que temos na maioria dos casos".

E no final, temos uma cena do mesmo casal do início fechando o ciclo... e o brilhante monólogo final do qual eu retiro uma pequena amostra:

"Ainda há aqueles que não se importam com ETs. Que buscam encontrar a sabedoria em outros seres humanos. Raros e sortudos são os que conseguem." [/Josi]



[Starbuck] DARIN MORGAN É UM GÊNIO!!!

Este foi o primeiro episódio que assisti de XF, logo todos meus devaneios estão perdoados.

Primeiro, se você quer ter certeza que alguém vai se tornar um autêntico EXCER, acompanhe-o assistindo a esse episódio, pois se ele sobreviver a um ET fumando, ao "this is not happening", ao gritinho fino do Mulder, ao careca gritando "roswell, roswell", aos homens de preto, à cara de drogada da Scully na cama do motel, então ele pode acompanhar qualquer coisa que virá a seguir. Poderá até num futuro próximo abrir um tópico denominado "William II - A revolta dos RSF" e construir uma nova mitologia.

Ao final do episódio uma pergunta fica em sua mente: seja lá o que o Darin Morgan fumou, cheirou ou bebeu, você também quer!!!

Lembro-me de ter assistido aos bastidores da terceira temporada e visto o Rob Bowman dizer que teve que fazer várias leituras do script para compreendê-lo, se é que de fato ele o tenha compreendido. Se a verdade está lá fora nos outros episódios, nesse ela está em outra dimensão e haja teoria das cordas (e uma psique conturbada como a do FatherJoe.Teletubies) para trazê-la à tona.

O que é verdade em Do espaço sideral? Talvez a melhor resposta a essa pergunta seja uma das frases do José chung: "A verdade é tão subjetiva quanto a realidade."

Ou seja, depende da pílula que você tomou (Matrix) ou do coelho que você seguiu (Alice) ou até mesmo da baleia que te ingeriu (Mobydick ou a Bíblia - Jonas).

Mais do que saber se os adolescentes fizeram o "lance bíblico" ou foram abduzidos por alienígenas, o interessante é observar todas as situações e mitos em torno de ETs e conspirações governamentais que foram homenageadas ou puramente sacaneadas nesse episódio.

Coisas que amo em “Do Espaço sideral”:

- A cena do teaser, pois ela nos faz pensar erroneamente que estamos acompanhando a trajetória de uma nave, como acontece no início de Star Wars (um dos três que tem o Han solo, óbvio), e na verdade é apenas o equipamento do eletricista erguendo-os ao topo do poste.

- O ET fumando. Lembro-me que estava toda concentrada assistindo ao episódio, até tensa pelo lance da hipnose, da música, do clima e tal. Então o Mulder pergunta super sério o que o ET estava fazendo, daí aparece a imagem do homenzinho cinza fumando... rs rs rs.. ok... COOL.

- This is not happening.... Em XF isso não é apenas uma frase, é um hino, um mantra, a frase da nossa lápide, a representação máxima da nossa negação perante o absurdo, a... ok... vocês entenderam ;)

- Roswell... Roswell!!!!... Adoro os gritos em desespero do careca. Todos os ufólogos enlouquecidos deste pálido ponto azul foram representados por esse cara e devem ter ficados ou lisonjeados ou muito fulas da vida por causa disso.

Esse personagem nos dá um dos melhores momentos do episódio:

A descrição antológica de Mulder e Scully.

“As próprias autoridades apareceram com dois Homens de Preto. Um deles estava disfarçado de mulher, e não muito bem. Quero dizer, seu cabelo era vermelho, mas um pouco vermelho demais, entende? E o outro – o altão, meio desajeitado – seu rosto era tão inexpressivo que nem parecia humano. Acho que era um androide.”

Aqui, o Morgan brincou com a crítica que faziam à interpretação do David na época. Lembro-me que saiu em algumas revistas especializadas a respeito do quão inexpressivo ele era em cena. 

Mais tarde ele ganhou o Golden Globe e sua face de androide se tornou lenda.

- Como se não bastasse o fã alucinado de ETs, ainda temos o roteirista frustrado que jura ter tido um contado imediato com os Homens de Preto. O que o MIB fala para ele também merece ser transcrito:

“Os cientistas ainda têm de descobrir como a teia neurológica cria a autoconsciência, e ainda como o cérebro humano processa imagens duo-dimensionais dentro do fenômeno tridimensional que é a percepção. Ainda assim você declara que ver é crer?”

É nesse momento que a gente levanta e grita: Darin Morgan, seu flukeman, você devia ter escrito uns 20 episódios (no mínimo)!!!!

- O delegado Manners (numa homenagem ao Kim...saudades ). Notem que ele não fala uma frase sem um palavrão. rs rs 

- a cara da Scully quando acorda no quarto do Motel e avista o Mulder no sofá...

- o gritinho de menina do Mulder.

- A autópsia do ET fake (que foi uma alusão a um vídeo que passou em todos os programas de TV na época).

- A expressão do Chung quando Scully acordou e Mulder estava em seu quarto.





- A Scully sentadinha na escrivaninha do Mulder se sentindo a dona do pedaço. Mais tarde ela vai entender que nunca chegou a ter uma escrivaninha e sairá pela noite fazendo tatuagens e coisas estranhas com homens que mata testemunhas de Jeová e as incinera na calada da noite.

- E o monólogo final do José Chung. Na época que assisti a esse episódio, ainda existiam aqueles objetos rudimentares chamados “fita de vídeo”. Então, mesmo sem saber que tipo de programa era aquele, sem entender porque um ET fumava, peguei a primeira fita que encontrei e gravei o restante do episódio. Assim, pude transcrever o monólogo.

A frase final do José Chung  foi colada no mural do meu quarto e lá permanece e continuará por mais tempo que minha sanidade é capaz de calcular e projetar:

“Embora talvez não estejamos sozinhos no universo, segundo a maneira de ser de cada um de nós, neste planeta, estamos todos... sozinhos.”

O tom melancólico da música de abertura (num acorde feito especialmente para esse episódio) finaliza a história e nos faz acreditar que temos algo em comum com tudo aquilo: somos aliens. [/Starbuck]

Quotes:

"Você já viu algum OVNI por essa região?"

"Você já experimentou um período de tempo perdido?"

"Você já teve a suspeita de ter sido sequestrado por aliens?"

"Você já encontrou algum implante metálico em seu corpo?"

"Você checou em todos os lugares?"

Outras imagens de Jose Chung's From Outer Space:

Lorde Kimbote

O personagem-título

Scully acordando desorientada com Mulder em seu quarto

Scully lendo seu livro. Provavelmente um de seus favoritos. Provavelmente Mulder odeia vê-la lendo isso.

Bom... só... ahn... (Ninguém precisa mais de legenda, né? Ufa!)

sábado, 22 de janeiro de 2011

03x19 - Hell Money (Dinheiro Infernal)

Direção: Tucker Gates
Roteiro: Jeff Vlaming

Resumo: Mulder e Scully são chamados quando um homem é queimado vivo e fantasmas são vistos no local para logo em seguida desaparecem completamente. Estes fantasmas parecem estar ligados a um jogo onde o final é sempre é a morte.



Comentários:

[Josi] Hell Money é outro episódio meio esquisitinho. Mas eu acho que eu tenho essa sensação porque eu fico me lembrando daqueles filmes todos de kung-fu/caratê...

Arquivo X, no entanto, como é de costume, foge destes chichês ao abordar de forma franca a condição de imigrantes orientais nos EUA e a sua cultura.

Eu sempre acho interessante como Arquivo X consegue abordar a realidade tão certeiramente mesmo tendo uma premissa baseada firmemente em Ficção Científica e situações paranormais. Paradoxal, não? Pois é... brilhante!

Começando o episódio, o que diabos aquele policial/segurança tinha em mente? Então ele chega numa sala suspeita e tira... a lanterna??? Achando pouco, ele vê um monte de gente esquisita de máscara, que parecem guardar uma porta mais esquisita ainda, se escondendo atrás de plateleiras no escuro. O que ele faz logo em seguida? Se mantém alerta e em posição de defesa mandando os manés sairem do esconderijo e chama reforço? Nãaaaaaaaaaaao. Ele vai em frente e se agacha para "brechar" o que está acontecendo atrás da porta por um buraquinho. =/

E ele escapou, né? Sortudo! :P

Olha aí! Mais um caso em que Mulder não conta todos os detalhes a Scully. Viram como ela não mente em Bad Blood? Quando ele fala das outras mortes para o detetive, ela se mostra surpresa... poxa, Mulder? Custa atualizar a parceira?

Scully: Então espíritos ancestrais empurraram o Johnny Lo no forno e ligaram o gás?
Mulder: Isso certamente te ensina a respeitar os mais velhos, não?

hahahahhahahha

E olha quem aparece! A hoje muito famosa Lucy Liu.





E eu não culpo o pai dela pela tolice. Quem aqui tem filhos e não fariam qualquer loucura para salvá-los? Minha gente, ele tem uma filha que pode ser salva, mas o procedimento é muito caro. E daí que todos parecem amar tanto a tal ciência, mas no fim é tudo sobre o dinheiro. As pessoas não parecem buscar a cura e o bem estar do outro, mas a fama e o dinheiro. Pensando nisso, você vê que o título deste episódio vem bem a calhar mesmo: dinheiro infernal.

Mas, rapaz... as chances ali eram pequenas demais! Melhor vender o órgão diretamente! Claro, né? Se é pra fazer besteira, por que fazer uma moderada? :P

Sabe todas aquelas coisas citadas como medicamentos? Raízes, folhas, animais secos... pois é... eu não sei não... mas creio que minha tia, mais conhecida como a maníaca do chá, tomaria isso tudo sim. É... eu também tenho medo!

E quando o detetive menciona a casa assombrada??? Scully certamente deve ter pensado "agora lascou foi tudo (que é? é uma Scully com sotaque nordestino. Não pode? lalalala)! Mulder só vai falar nisso agora!", enquanto isso Mulder fica logo animadinho.

"... acredita-se que as portas do inferno se abrem e os fantasmas das almas indesejáveis vaguem pela Terra." - Taí um bando de almas indesejáveis que não têm nada melhor do que fazer a não ser atormentar os pobres vivos... e vocês aí se achando forever alone... tsc tsc tsc

Scully: "Eu fico pensando o que alguém ia querer com uma sepultura vazia" - Po, Scully! Mas, rapaz, o pessoal só colocaram 1cm de terra por cima do cadáver que eles pretendiam esconder... era melhor deixá-lo descoberto mesmo. Pouparia o trabalho. :P

Mulder: "Você acha que este cara estava trocando seus órgãos por dinheiro?" - Não, Mulder! Esses caras são manés! Eles estavam jogando os órgãos na loteria mesmo! Imaginem se vocês perdessem um pedaço do corpo sempre que arriscassem uma fézinha? :P

Só em Arquivo X se vê algo assim sem ser tosco! Sem mais meritíssimo.

Agora... alguém ganha aquilo? Sim, porque eu só vejo o povo perdendo partes do corpo. Notaram como alguns riem? Que medo dessa gente!

Uma pausa para uma perguntinha básica... Por que eles balançam o potinho quando lhes dão? Eles não estão vendo que o coisinha fica em cima pois é jogado por último? Arre!

Tá... continuemos. :P

Ei... não é ótimo como Mulder deixa a Scully detonar no interrogatório enquanto ele fica tranquilamente recostado contra uma parede?



Own... Mulder não gosta de fogos! Não é fofo? Ele se incomodou mesmo quando veio aqui na época de São João. Tadinho... #Sonha



Minha geeeeeeeeeeeeeeente!!!!!!! O cara ainda paga pra participar daquilo!!! Estou pas-sa-da!!!!!!! "Ainda não recebi o seu pagamento" WTF??? Eu responderia: "E o que fizeram com o meu olho? Não serve de pagamento, não?" Minha nossa!

Ok... como é que aquele cara saiu ileso do meio daquele povo enfurecido? Putz!

E a tradução do Chao? Parece legenda oficial (sabe quando o pessoal faz aquelas "traduções livres"? hahahha).

Então, ao final, tudo termina como estamos acostumados aqui no Brasil: em pizza.

Tive peninha do Chao... :(






[/Josi]

[Nay] Hell money ou Dinheiro Infernal foi o primeiro episodio que vi de Arquivo X. Até hoje lembro nitidamente da sensação de estranhamento e fascinação diante daquele programa que eu nem sabia o que era, mas que não me deixava mudar de canal, nem mesmo nos intervalos, com medo de perder as cenas seguintes. Muitos episódios depois eu me perguntei por que Hell Money tinha me prendido tanto... e até hoje não tenho uma resposta precisa... sinceramente, não acho que seja um dos melhores episódios... na verdade, acho-o bem mediano, mas certamente há coisas que me chamaram a atenção.

Pra começar, se alguém ainda tinha dúvidas quanto à importância e eficácia das escovas progressivas e selagens capilares... este episódio as joga por terra: a escova tradicional não pegava bem em Scully, sempre sobrando frizz na parte da frente e muitas vezes culminando no penteado capacete...rs.

Ok, vamos à parte séria....o início. Acho extremamente atraente a riqueza de cores das culturas orientais... o vermelho dançando com o dourado dá uma beleza, mas ao mesmo tempo uma imagem de imponência e ameaça nas festas, como se aqueles dragões fossem ganhar vida à qualquer momento. A ruidosa celebração contrasta com a silenciosa e desesperada fuga do chinês, que diante dos fantasmas, sucumbe.

“Festival Chinês dos fantasmas famintos”. Vocês acreditariam se eu dissesse que é a primeira vez que me dou conta de que este é o nome da festa que aparece no começo? E que daí vem o nome do episódio... o dinheiro infernal era uma oferenda aos espíritos maléficos e fantasmas. Ah, os humanos, sempre nessa relação de amor e ódio aos que se foram, aos que caminham sem ser vistos, sempre a temer que eles voltem e nos assombrem... seriam mesmo os fantasmas a nos assombrar ou o eco de nossas consciências?

Neste episódio, vemos uma Lucy Liu bem jovem, como centro das preocupações de seu pai... As cenas deles me emocionaram várias vezes e me fizeram pensar que a premissa do episodio é: até onde as pessoas podem ir diante da necessidade de ajudar quem amam...... e até onde outras pessoas usam tal necessidade para lucrar.

A primeira visão que temos do clube é impactante: uma panorâmica do salão cheio de chineses falando numa língua incompreensível para nós é bem dramática, bem como o passo a passo que antecede o “sorteio”. Não entendemos o que dizem, nem reconhecemos os caracteres, mas é fabuloso como a linguagem não se limita ao verbal que nos é familiar... mesmo sem partilhar aquele código lingüístico e cultural, sentimos a angústia dos presentes, a tensão e finalmente o desfecho. Qual foi a pedra sorteada? Não sabemos ao certo, mas sua cor vermelha, a decepção do homem sorteado e dos presentes, bem como o tema dos sorteios (que descobrimos adiante) levam a crer que o veredicto havia sido dado. Ele deveria entregar seu coração. Como eu disse, comunicar-se é muito mais do que falar... e Chris Carter nos diz isso episódio após episódio, inclusive quando aqui não traduz as falas... intencionalmente.

Acho notável a naturalidade com que Mulder pula nas covas... mais notável ainda foi a rã saindo do peito do homem morto... cara! Ela merecia um Oscar, foi perfeita! Mas eu morri de pena dela no vidro! Scully má... não sabe mesmo cuidar de animais.

Apesar da cena ser super séria... e quase doer ver a frieza daquele chinês falando com o pobre pai submisso e desesperado... morri de rir quando ele disse: “Ninguém fala sobre o jogo. Ninguém sai do jogo”. Clube da Luta feelings! Kkkkkkkkkkkkkkkkk

Assim como teve um inicio impactante, Hell Money teve um final com chave de ouro: Chao sendo incinerado. Ele havia se aliado aos demônios... e uma vez feito isso, não há volta. [/Nay]

Quotes:

Scully: Você sabe quanto vale um corpo humano, Mulder?
Mulder: Depende do corpo. ... Eu não sei. Alguns dólares. Quanto?
Scully: Vale uma fortuna.
Mulder: Você está dizendo que esse cara estava vendendo partes de seu corpo por dinheiro?
Scully: Um rim, uma parte do fígado, a medula óssea, córnea ... Uma pessoa pode perder essas coisas e viver para receber em dinheiro os cheques da segurança social.
Mulder: Ele não estará descontando os cheques de segurança social muito em breve...

Scully: Não, mas se estou certa este é um homem que deixou seu coração em São Francisco.
Mulder: Scully, mesmo se você estiver certa, não faz sentido. Não é um bom negócio a longo prazo morrer. Que relação tem isto com a morte no crematório?
Scully: Eu só vi um corpo, mas a única coisa que não foi queimada foi um olho de vidro do Johnny Lo.

Scully: Oh, Deus.







Outras Imagens de Hell Money:

Os "fantasmas"

Det. Chao

A rã

Mulder e Scully descobrindo o "armazém" de partes do corpo humano

domingo, 16 de janeiro de 2011

Coisas que Aprendemos assistindo Arquivo X - Parte 02

A saliva de Mulder tem gosto melhor do que gelado de arroz -- isso é bem lógico né? [The Unnatural]

Em alguns lugares, ter cabelos vermelhos é indício que você é um vampiro... [Bad Blood]

Se o seu bebê é potencialmente um alienígena, não compre mobile de naves espaciais, dá um efeito muito estranho quando mexe. [William]

Ter um colchão d'água não é uma boa ideia. [Monday]

Não seja tão besta de achar que um boné, um camisão e um ônibus vão te despistar daqueles que trabalham com "eles", nem dos "monstros". [Colony]


Ter um carro conversível também pode fazer você poder sua cabeça, segundo estatísticas seguras. [Chinga]

Se nós desistirmos, eles vencem! [FTF]

Que precisamos ser fortes como a Scully em Terma. (homenagem à Star...) [Terma]

Não faça uma declaração de amor para sua amiga (o) de anos quando você estiver grogue num hospital. Ela provavelmente não acreditará... [Triangle]

Mesmo diante de todos os desvios e muitos caminhos a serem tomados na vida, estamos aqui, juntos... e isso diz muito... muito mesmo... mais do que podemos entender a esta altura da vida... [All things]


Talvez haja esperança... mesmo quando nos sentimos pequenos e derrotados. Esperança em algo maior do que qualquer um de nós daqui da Terra ou de fora dela. [The Truth]

O FBI fiscaliza os gastos de seus agentes. [Requiem]

Sempre compre canetas transparentes... [E.B.E.]

Nunca ensine como um truque é feito. Perde a graça. [The Goldberg Variation]

A casa sempre ganha, então nem perderei meu tempo criando um avatar e partindo para Pandora. [...]


A cultura Navajo era riquíssima, mas eles desapareceram inexplicavelmente... 2012 feelings?. [Anasazi]

Peixes precisam ser alimentados... e cãos tem que ser cuidados... senão eles morrem! Lição aprendida de maneira árdua pela Scully... [Queequeg/Tree Words]

Agentes homens e mulheres não podem (cof cof) dividir o mesmo quarto de hotel. [Detour]

Mesmo mulheres que tiverem todos os seus óvulos retirados... podem dar à luz sem intervenções médicas. [Requiem/Existence]

Mulder e Scully dividiam quartos de hotel e um certo sofá... há muiiiiito tempo. [...]


Aprendemos a ter fé...

Aprendemos alemão: unruhe.

Aprendemos navajo: EI 'AANIIGOO 'AHOOT'E.

Aprendemos espanhol: agua mala.

Aprendemos a não confiar em ninguém... a não ser em nosso oposto perfeito.


O futuro se parece com Mulder... [Humbug]

Você deve aprender a prever o imprevisível. [FTF]

Nunca desista de um milagre. [Per Manum]

É preferível o subsolo (cada um tem o porão que merece) onde estão os menos procurados (menos é mais, tal qual o lance do queijo suíço, quanto mais queijo, menos queijo). [Pilot]

Eles estão entre nós há muito tempo, mas não viram motivo algum para nos convidar para sair... [Deep Throat]


Confira a parte 1 aqui.

Frases de: Josi, Cleide, Starbuck, Nay, Ka, Bruno e Jade.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

03x18 - Teso dos Bichos (A Maldição da Múmia)

Direção: Kim Manners
Roteiro: John Shiban

Resumo: Restos de uma suposta feiticeira são encontrados por exploradores no Equador. Apesar de advertidos, eles recolhem o corpo dela como um artefato histório. Mulder e Scully são chamados quando cada pessoa que entra em contato com estes restos passa a desaparecer.



Comentários:

[Josi] Quero dizer primeiramente que eu não acho esse episódio assim tão ruim... ah, vai... há piores. :)

O tema central do episódio é algo até bem conhecido: uma maldição sobre aqueles que perturbam o sono dos mortos. Perturbar os mortos já é algo complicado e quando você faz isso com uma antiga feiticeira poderosa, pode se preparar para uma maldição das boas!

O Bilac é um pesquisador dos bons, não é? Estudar a cultura local? Q nada! Vamos nos drogar com eles e sentir tudo na própria pele!

Então, como cara legal que é, ele tentou avisar ao chefe da companhia que não era uma boa ideia tirar aquela feiticeira dali e já de volta aos EUA, ele continuou tentando avisar. Pena que ninguém ouviu (Mulder sabe bem como ele se sentia) e tivemos aquela filinha de gente desaparecida (leia-se morta e quase sempre devorada). Agora... ele poderia ter sido mais eloquente com a Mona, vocês não acham não? Tadinha...

Qual cena é mais nojenta do que aquela em que cai uma gotinha de sangue no rosto de Mulder vindo do intestino em cima da árvore? Pobre Mulder... essas coisas nojentas só caem pra cima dele mesmo. hahaaaha

Mas poxa, Mona! Você tinha dúvidas de que o cara estava se drogando??? E aqueles olhinhos "saudáveis"? Quanto ao jeito de maluco, eu não tenho como saber se havia diferença... já o conheci maluquete e influenciado pelo Yaje...

Olha só... eu acho que tem uma pessoa escondida no meu local de trabalho, local este em que várias pessoas estão morrendo misteriosamente, estou com tanto medo que liguei para agentes federais requisitando proteção... então, por que diabos eu ficaria na penumbra num local cheio de possíveis esconderijos para alguém mal-intencionado e ainda sairia em busca de um barulho não-identificado??? Certas pessoas morrem porque dão uma de doidas mesmo. E ainda temos que ter pena. aff!

Depois, se vocês têm um animal de estimação, não os subestimem e se eles se mostrarem temeroros em ir a algum local, é melhor você não ir também ou ir muito cautelosamente. Não façam como a Mona NUNCA!

Para as meninas da campanha pró-cavalheirismo do Mulder: ele é mesmo muito cavalheiro... até quis dar a vez para a Scully entrar primeiro no bueiro cheio de poeira e teias de aranha! Um gentleman!

Tenho um protesto aqui: gatos são criaturas fofas, ok? O fato é que eles estavam influenciados pela magia da Amaru. Eles não tiveram culpa dos assassinatos.

Mas notem como gatos têm classe... os ratos tontos morreram quase todos na cena do crime, enquanto apenas um gato foi pego, mas tão-somente porque estava fraco depois de ter comido um dos ratos idiotas que tinham sido envenenados... Amo gatos! :)

No final, depois da matança toda, eles devolvem os restos da feiticeira de volta ao seu local de origem. Mas os EUA não são contra ceder a chantagens? Acho que coisas sobrenaturais não entram no pacote, né? [/Josi]


[Ariana] Este episódio me faz recordar um dia longínquo de minha tenra infância (uia... kkkkk), quando li a história da maldição – ou como também ficou conhecida: “praga da morte” – lançada pelo faraó egípcio Tutancâmon contra aqueles que profanassem o seu túmulo, perturbando o seu sono eterno. Lembro que na época fiquei tão impressionada – e fascinada –, que durante dias não conseguia pensar em outra coisa.

Bem, aqui também há uma maldição, e assim como a do jovem faraó, muitas mortes pelo caminho. Todavia, ao contrário daquela, esta maldição encontra-se bem longe do Egito, pra dizer a verdade, está mais próxima de nós que do querido Tut. Mais precisamente aqui ao lado, no nosso vizinho Equador. :D

Tudo começa numa escavação arqueológica, quando os trabalhadores encontram uma Amaru (algo que eu também não sabia o que era, até ver que se tratava de uma urna contendo os restos mortais de uma feiticeira, como ficou esclarecido logo depois).

Ao se depararem com a Amaru, os escavadores ficam aterrorizados e protestam contra sua retirada, mas nada disso intimida o arqueólogo responsável (Dr. Roosevelt), que sequer cogita a hipótese de não removê-la dali.

Pois eu aposto que se ele tivesse visto o tio da Star ali, gorando geral, teria reconsiderado. Porque se tem uma coisa que aprendi com AX (sim, aprendi muito... rsrs) é que nunca devemos desafiar velhos índios. Basta lembrar-se do Ish (de A Besta Humana) e do Albert Hosteen (de Anasazi). Mas já era tarde demais para ele... Na calada da noite a maldição fez do Dr. Roosevelt a sua primeira vítima.

E sempre que se fala em “primeira”, pode ter certeza que haverá uma segunda. :D
No caso, a segunda vítima foi um dos pesquisadores do Museu de História Natural de Boston – para onde levaram a Amaru. O fulano simplesmente desapareceu e onde ele supostamente estaria, foi encontrada uma poça de sangue. Hmmm... artefatos amaldiçoados, lendas indígenas, mortes misteriosas, desaparecidos... mais um caso pra Mulder e Scully! :D

Cara, adoro a cena em que a Scully está lá conduzindo o interrogatório, com perguntas assaz pertinentes, até que me surge o querido (que estava só de bituca ali no cantinho) e me lança esta: “Bem, e a maldição? Os Secona acreditam que um grande mal aconteceria a quem removesse os restos mortais de um Amaru – uma feiticeira. Que seriam devorados pelo espírito do jaguar.”

O que mais você poderia fazer, estando no lugar dela, além de olhar para ele, emudecida?
E o curioso é que ele, enquanto fala, não olha para o Dr. Lewton (o interrogado), mas sim pra ela! Meu, o querido se diverte de montão com a cara da ruiva! FATÃO! KKKKKKKK

Mulder: “Se alguém me escavar em mil anos, também espero que seja amaldiçoado.” – Com certeza! Faço minhas as tuas palavras, querido.

Bom, o jeito é falar com o Dr. Bilac, já que ele esteve nas escavações e parece estar envolvido com a causa dos Secona. Ele afirma que enquanto não devolverem os ossos, as mortes continuarão.

Meeedo! Definitivamente, você bebeu muito Yaje, maluco!





Mulder: “É bom conhecer pessoas que realmente acreditam em algo.” – Er... isso não foi sequer uma indireta, foi uma diretíssima pra ruiva! Ah, eu dava na cara do querido! De certa forma acho que ele sempre se identifica com esses malucos, que, assim como ele, se arremessam de cabeça naquilo em que acreditam e vivem isso intensamente. Nessas ocasiões sempre imagino o que teria sido do Mulder se a Scully não tivesse adentrado o porão como o fez naquele dia...

Scully: “Acha que Bilac é inocente? Que a vítima não foi assassinada, mas devorada pelo espírito do jaguar?”

Er... é pra essa figura que você está perguntando? Tem certeza, Scully? KKKKKKK




A cena da morte do Dr. Lewton foi meio que bizarra, mas ainda assim, aquele instante anterior, quando ele está sendo espreitado, me dá uma agonia! Sim, sou medrosa, nem sei como eu via AX. Se bem que na época eu via, não vendo. Justamente porque eu não olhava as cenas que me davam medo. KKKKK

Olha, a Scully é mesmo mui viva, logo se tocou que havia algo de estranho entre Mona e Bilac, o que me fez lembrar de Aubrey, quando ela percebe logo de cara o clima entre BJ e Tillman. Acho que esses tipos meio excêntricos sempre despertam certa admiração feminina, não? Ainda mais quando essa excentricidade vem acompanhada de genialidade, como aquela Jesse do episódio Firewalker, e sua fascinação pelo biruta do Trepkos. Bem, a Scully não pode falar nada, hã? :D

E como o Mulder é o Mulder, algo nojento tinha que acontecer com ele.
No caso, o sangue das vísceras do Dr. Lewton pingando na carinha fofa dele. Eca!



Pobre Mona, chegou a sua vez. Adios de Miguel pra você, fia...





Um momento edificante entre nossos queridos:
Scully: “Você bebeu yaje, Mulder?”
Mulder: “Vá se acostumando com a idéia, Scully.”
Na verdade, acho que o querido foi amamentado com yaje. É a única explicação, minha gente! :D

Nem pagando eu entrava num troço desses! Mas pra quem já adentrou o casulo do Eugene Tooms...




Mulder: “Damas primeiro.” – Ah, o famigerado cavalheirismo do querido!





Precisa dizer mais alguma coisa? KKKKKK






Enquanto andam pelo subsolo do museu, Mulder e Scully encontram os cadáveres desaparecidos, no exato momento em que surge um bando de gatos.
Não é por nada, mas não deveria ser um jaguar? Cadê o jaguar da maldição? Maldição mais furada, isso sim!

Mas minha gente, o que é a Scully sendo atacada por aquele gato?
Momento vergonha eterna para a Gillian. KKKKKKKKKKKK



Após conseguirem escapar de serem mortos por um bando de gatinhos não tão fofinhos (ainda bem que só tenho cachorros... rsrs), estes desaparecem como por milagre, não deixando rastro algum. No fim, foi necessário que houvesse cinco mortes para que o artefato indígena fosse devolvido ao seu local de origem, no Equador.

Tudo bem, eu sei e todos sabem que este não é dos melhores episódios de AX, mas também não deixa de ter seus momentos, como alguns diálogos entre Mulder e Scully. Mas que os gatos podiam ter sido deixados de lado... ah, podiam! :D [/Ariana]

[Starbuck] Um diálogo inesquecível:
VETERINÁRIA: Ao dissecar o estômago do cão, achei um fragmento não digerido de intestino de felino.
SCULLY: O cão comeu o gato.
VETERINÁRIA: Achei também o que parecem ser pêlos de rato. Acho que o rato comeu o veneno.
SCULLY: O gato comeu o rato.
MULDER: E o cão comeu o gato.

[...]

SCULLY:Do que você está falando Mulder? De um rato possuído por um espírito? (eu tenho essa frase no mural XF que tenho no quarto... adoro)

Esse é um daqueles episódios que trata de lendas de povos antigos. Esses povos, por exemplo, acreditam que se alguém tirar o corpo de um espírito elevado da terra da qual ele pertence, um guará (o.O) poderá se materializar e dizimar o responsável por tal ato.

Uma das coisas que intriga Mulder inicialmente é que sempre nas mortes do povo do museu haviam ratos por perto... sim.. ratos... numa das cenas .. digamos assim.... dantescas do episódio, Mulder e Scully entram num túnel embaixo do museu para procurar alguma evidência do que está acontecendo... e, sem saber que direção tomar, Mulder tem uma idéia genial...

MULDER: Scully, siga aquele rato!

Os gatos existem (aqueles que comem ratos e que são comidos por cães ), mas ninguém os vê ... só que sabemos que Mulder é fodástico, então, ele avista um GATO... quando também avista o corpo do cientista cujos as órbitas dos olhos foram devoradas...

Eis mais um diálogo:

SCULLY: Você acha que aquele gato matou essas pessoas?
MULDER: Não, estes gatos.

Daí vem aquela cena antológica de Mulder e Scully sendo atacados por um monte de gatos fofinhos.. rs rs Mas os felinos não são páreos para nossos heróis... eles conseguem sair do túnel... \o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/

Bom.. ninguém consegue encontrar o grupo de gatos assassinos que habitou por um breve tempo o subsolo do Museu.... Mas, por não entender o motivo das pessoas envolvidas com a retirada da urna da Amaru estarem sendo estranhamente assassinadas, a tal urna foi enviada de volta a sua terra.... "Porque há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha desvendar nossa vã filosofia".

Ah... e adoro o monólogo sério do Mulder ao final...

O Dr. Bilac aprendeu que existe um mundo além do nosso: oculto mas poderoso,e tão real quanto a própria urna. Os ícones daquele mundo representam forças que não podem ser domadasou colecionadas num museu. A maldição que atingiu o museu foi a falta de entendimento de que há forças que não devem ser perturbadas. Que é melhor deixar algumas coisas enterradas. [/Starbuck]

Quotes:

Scully: O que você encontrou?
Veterinário: Eu tenho que fazer um exame toxicológico completo para ter certeza, mas parece com envenenamento por warfarin.
Scully: Warfarin
Veterinário: veneno de rato.

Mulder: Alguém alimentou esse cão com veneno de rato?
Veterinário: Não. Quando eu examinei o estômago do cão encontrei um fragmento não digerido de um intestino que parece ser felino.
Scully: O cachorro comeu um gato.
Veterinário: Eu também achei o que parece ser pedaços de pele de rato. Eu acho que o rato comeu o veneno.

Scully: O gato comeu um rato.
Mulder: E o cachorro comeu o gato. (SCULLY dá-lhe um pequeno sorriso.) Mais ratos, Scully.
Scully: É.


Mulder: Você não acha que isso é significativo?
Scully: Significativo de quê?
Mulder: Havia ratos no motor do carro do Dr. Lewton. Havia ratos no banheiro onde parece que Mona poderia ter sido morta e agora aqui.
Scully: É um prédio antigo, Mulder. Eles têm um problema de ratos. Um monte de prédios antigos têm ratos.

Mulder: Não, não. Eu acho que é mais do que isso. O que é que os Seconas acreditam? Que o espírito do jaguar irá devorar qualquer um que profanar o túmulo de uma mulher sagrada. Essencialmente, estamos falando sobre a transmigração da alma em forma animal alcançado através de uma cerimónia onde bebem, o uh ...
Scully: Yaje.
Mulder: Sim. Para convocar os espíritos.

Scully: Então, o que estamos falando aqui, Mulder, um rato possuído? O regresso de Ben?
Mulder: Não, eu acho que esses ratos foram mortos tentando escapar de alguma coisa.
Scully: De algo que os enviaram para um mergulho no vaso sanitário.
Mulder: Não, as tampas estavam para baixo. Eles não estavam tentando entrar no vaso, eles estavam tentando sair. Eles estavam vindo de dentro do esgoto tentando fugir de algo.
Scully: Você bebeu Yaje, Mulder?
Mulder: Vá se acostumando com a idéia, Scully..

Outras Imagens de Teso dos Bichos:

A Amaru

Cute. :)

Já tinha caído sangue até na camisa dele...

Rostinho da Scully depois de brincar com os gatinhos...