sexta-feira, 4 de junho de 2010

03x02 - Paper Clip (Operação Clipe de Papel)

Direção: Rob Bowman
Roteiro: Chris Carter

Resumo: Mulder e Scully procuram provas de experiências alienígenas realizadas por criminosos de guerra nazistas, enquanto Skinner tenta negociar com o Canceroso a vida dos dois.



Comentários:

[Starbuck] - os EUA (como vários outros países no mundo) depois da segunda guerra acolheu gênios criminosos de algumas partes do mundo para usar seus métodos científicos advindos da carnificina e da total falta de empatia com o próximo. Gostei do lance de mostrar uma intersecção entre os nazistas e as experiências genéticas com aliens.

- uma cena que equivale à roleta russa de Pusher: a cena de Scully e Mulder apontando a arma para o skinner.

- "Como vc sabia?" pergunta mulder antes de entrar no elevador ..... "eu apenas sabia" responde Scully com cara de "sapequinha" (by Ariana)

- Da cena clássica dos muitos e muitos arquivos... (lembro dessa cena na propaganda da record).

- O mulder em momento "fofo" (claro)






- Melissa morre (para reencarnar depois na oitava temporada como a New Age).

- E a triste e linda cena final. A cama vazia (ela volta na oitava temporada!!!) e Mulder e Scully tendo apenas um ao outro...como sempre. Mulder fala para Scully que todo esse sofrimento deles e a tal busca é uma sina... (ele fala isso quando ela diz que não há justiça... e ele tenta fazê-la compreender que nada será fácil para eles, como não foi (as perdas e tudo mais)... E veremos em XF2, eles voltando à sina... porque a busca pela verdade é o que os faz ser o que são: Mulder e Scully).

Bom... vou ser repetitiva: mas, acho essa trilogia um marco divisor em XF... É maravilhosa, consagra a Mitologia, em especial o papel do Consórcio nessa história toda. [/Starbuck]


[Daniela] Este episódio me vem muito a memória...hihihih...^^!!!!! A 1ª vez que o assisti, eu estava em casa sozinha a noite e me lembro bem daquela parte em que Mulder e Scully acham aquele monte de arquivos em meio a escuridão!!!! Bem clima mistério!!!

Aliás a sequência em que Mulder e Scully são perseguidos pelos matadores do sindicato é a parte que eu mais gosto!!!!!

Outra cena que eu gosto é da Scully com Mulder ao se encontrarem novamente!!! Scully conta que falou a mãe dele que ele estava bem, quando Mulder pergunta como ela sabia, Scully simplesmente diz "Intuição".....^^!!!!!! Não tem como não notar a expressão de satisfação de Mulder ao ouvir isso de sua parceira...!! Ela entra no elevador e Ele fica lá...... meio que parecendo que não caiu a ficha ainda... kkkkkkkk!!!!!!!!

E a cena final que não poderia deixar de comentar.... Muito bonita... franca!!!! Não tem uma vez que eu assista esta cena e não comece a marejar os meus olhos!!! A forma como Mulder puxa para si Scully na hora do abraço é muito fofa!!! [/Daniela]


[Josi] Este episódio fecha a primeira grande trilogia da série. E de forma excelente. O que foi aquela cena inicial? Mulder: "I was a dead man. Now, I'm back" - Ele dá uma olhada na Scully meio como pra conferir se a revelação fez efeito. rsrs A cara de Scully na hora é ótima!

Skinner: "O que tem nessa fita?" - O pobre já estava desnorteado de tanta conversa maluca... era Scully dum lado falando que disseram que iam matá-la e Mulder do outro dizendo que já tinha até morrido...
Mulder: "Arquivos do Departamento de Defesa que revelam a verdade sobre a participação no governo na conspiração de silêncio sobre a vida extraterrestre." - Uau! Mulder, fofo... é mais do que isso... beem mais. Creia-me.

Então, eles vão embora e deixam Skinner por lá! Ele tem a chave, gente? Caracoles! A casa de Mulder é terra de ninguém? ahuahau

Pouco depois, Mulder vai explicar para Scully como voltou e ela diz simplesmente que sabia... A carinha de bobo admirado que Mulder faz neste instante não tem preço. Lembrei do "you always keep me guessing" dele em Theef.

É nesse episódio que a irmã da Scully, Melissa, morre. Segundo a Star, ela voltou reencarnada na Mônica Reyes, vulgo New Age, mas esta é uma outra história. Nisso tudo, eu só tenho muita pena da Maggie Scully... como mãe, ela deve se acabar de preocupação. E, pra completar, a filha que vive uma vida de poucos perigos, diferentemente dos outros irmãos, é justamente a que morre de forma violenta.

Mas o Albert é um fofo, não é? Este é um belo exemplo de um homem de espírito forte. Toda a participação dele nestes episódios é ótima! Quase um Cança do bem. rs

Nem quero falar sobre o tal Klemper... Meu nojo por ele é o mesmo que a Scully expressa.

Erro de gravação (mesmo sabendo, eu nunca vejo essas coisas enquanto eu assisto... :/).




Mulder: "Estou tentando 27828. Tem certeza que este é o número?"
Scully: "A constante de Napier é a base de todos os logarítimos naturais." - Isso lá é resposta que se dê? rsrs

Também é aqui que descobrimos que toda a população americana (apenas eles?) tem sido catalogada e que amostras de seu DNA estão sendo guardadas, mas pra mim não foi deixado claro exatamente quem faz isso, se os aliens ou o sindicato. Provavelmente os dois, não é?

A Scully se vê de frente com algo muito parecido com um alien (modo Scully on, afinal vimos apenas uma silhueta). E Mulder descobre que quem deveria ter sido abduzido era ele, não sua irmã. Bom, pelo menos ele está a caminho de descobrir isso...

Ok. Por dentro do galpão é toda aquela frescuragem de porta com fechadura digital com código numérico e tudo o mais... e do outro lado é uma portinha mixuruca daquelas??? E nem é escondidinha não... é super bem iluminada! Oremos!

Nunca me canso de admirar os olhares da Scully. Neste, ela mostra bem o quanto está perdida e assustada. Ontem mesmo ela tinha perdido o Mulder e lhe restava apenas uma esperança apoiada em tudo o que ela não acreditava. Agora, ela está prestes a perder a sua única irmã e fica numa posição parecida com a que Mulder estava em One Breath: Se vinga (no caso dela por meio de provas em forma de uma fita digital) ou esquece isso em prol de tentar ver sua irmã no que pode ser a última vez? Assim como Mulder, ela vai na segunda opção e ele, claro, entende.

Krycek, o bad boy. kkkkkkkkkkkkkkkkkk Mas o Skinner é muito inocente de se lambuzar de mel e sair saltitante para o meio das abelhas, gente! Claro que ele seria atacado!


Mas eu concordo totalmente com a Scully. O carinha das unhas bem-feitas (hã?) estava ali apenas para gentilmente contar todas as verdades a eles? Daí ele fala "Por que eu mentiria?", ao que eu responderia "Por que você não mentiria?". Ele mesmo disse que a melhor maneira de predizer o futuro é inventá-lo, então, seguindo a lógica, a história também pode ser inventada pelos mesmos motivos...

Mulder acredita muito facilmente numa história complicada recheada de aliens e afins se ela for bem contada. Para mim, uma história sem provas não passa de ficção. Claro que eu estou falando de História oficial, né, gente... não quer dizer que eu não acredite quando meus amiguinhos me contam histórias de suas vidas... rsrs

Ops... ia esquecendo... também adoro quando o Skinner dá um chega pra lá no Canceroso! E que chega pra lá! kkkkkkkkkk




E tem a cena final, que apesar de triste, é muito shipper. Amo o fato deles sempre estarem juntos, independente do que haja. Mesmo nas horas dos desentendimentos e dos ciúmes, eles estão sempre lá um pro outro. Pode ser meio utópico, mas eu realmente gostaria de ver um pouco mais desse tipo de amor pouco egoísta e muito generoso por aí. [/Josi]

[Ariana] Assim como em O Caminho da Cura, Operação Clipe de Papel principia através da narrativa mítica de Albert Hosteen, que remonta às antigas tradições Navajos para relatar a forte ligação de seu povo tanto com a terra quanto com os animais, lembrando que estes são símbolos poderosos e exercem uma forte influência sobre a nossa existência. Por conseguinte, quando a natureza se manifesta através do nascimento de um búfalo branco, todos os nativos americanos sabem que este acontecimento surpreendente - ocorrido logo após a cura de Mulder - significa que grandes mudanças estão por vir...

Sempre que vejo a cena em que o Mulder entra abruptamente em seu apartamento, interrompendo a querela entre o Big Skin e a Scully, não posso deixar de rir diante da situação. Veja bem, o cara acabou de sair de um estado de quase morte, foi obrigado a ouvir a cantoria dos Navajos por três longos dias, foi banhado pelo Albert, e ao voltar para o tranqüilo vazio do lar, o que encontra...? O maior barraco! Ah, eu expulsaria os dois!

Agora... a cara dela ao vê-lo irromper tão fofamente porta adentro é o que há! Bambeou a perna, heim, ruiva? (Aposto que tava louca pra largar a arma e se arremessar ao colo dele! Mas quem a censuraria por isso, hã?)

Já que não esqueci a minha campanha pró-gentileza do querido (ainda que seja uma campanha de um só), vamos à 1ª do dia. Quando ele pergunta à Scully: “Você está bem?”, quando ela é quem deveria perguntar, afinal, quem até então estava “morto”?

Mulder: “Eu estava morto. Mas agora voltei.” [Hmmm... isso me soa familiar. :D]

Mulder: “Vamos, Scully. Vamos embora.” – Uiii... é pra já!
Scully com uma voz gemida: “Onde?” – Desencana, que não é pra onde tu querias, fia...

Ownnn... quem não ama a cena do elevador? (Aliás, me faz lembrar aquela outra... uia!) A Scully ali, com os olhos saltando fora das órbitas, doida pra grudar no cangote do narigudo e se contendo, enquanto ele faz uma carinha de bolinho ao ouvi-la dizer que sabia que ele estava bem... *-*

Depois dessa o elevador ficou pequeno, hã? Amo os elevadores de AX!

Logo depois, no QG dos Pistoleiros, M&S ouvem sobre um projeto pós 2ª Guerra Mundial batizado de “Operação Clipe de Papel”, no qual os EUA, em troca de conhecimentos científicos, deram asilo a criminosos nazistas, permitindo que estes continuassem com suas horrendas pesquisas. Um desses homens é Victor Klemper, reconhecido numa fotografia junto com Bill Mulder, provando que o pai do querido vivia rodeado de ótimas companhias. Alguém se lembra daquele ditado: “diz-me com quem andas que eu te direi quem és”? Pois é.

É quando chega Frohike com más notícias para Scully, que ainda não sabia do atentado contra Melissa. Ela quer vê-la, mas Mulder, intuindo que o hospital está sendo vigiado e que a vida de Scully corre riscos, contacta Albert para que este leve um recado à Magie.

Enquanto isso, os membros do Sindicato, preocupados com o erro dos assassinos que, ao invés de matar Scully, atiraram em sua irmã, se reúnem e dão um esfrega no Cança, que, mui safadamente, finge ter a fita.

M&S procuram Victor Klemper (uma espécie de Josef Mengele) e o infame fornece pistas que os levam diretamente a uma antiga mina abandonada. Lá eles encontram corredores apinhados de arquivos contendo informações médicas, dados de vacina contra varíola e amostras de tecidos humanos, inclusive de Samantha e de Scully – cuja amostra foi colhida recentemente. É quando Mulder, ao levantar a etiqueta onde está o nome de Samantha, vê seu nome escrito embaixo, percebendo que aquela ficha era originalmente dele. Neste momento ouvem o som de uma nave, e enquanto Mulder vai verificar o que é, Scully, perdida no escuro, percebe a presença de pequenas criaturas correndo por ela. Ao persegui-los, nota um alienígena parado frente a uma porta, como se a convidasse para segui-lo. A mesma porta que permitiu à nossa dupla escapar da morte. Engraçado que a danada não contou ao Mulder o que viu, né?

Olha, desgraça pouca é bobagem na vida desses dois, mas como sempre, eis que surge Skinner para salvá-los. Ele os encontra numa espelunca no meio do nada e expõe sua intenção de entregar a fita, a fim de que os dois permaneçam em segurança, todavia, Mulder – como era de se esperar – diz que precisam dela para expor a verdade e descobrir porque seu pai foi morto e Samantha desapareceu, ao que Scully contrapõe, lhe falando que perderam o controle da situação, que a verdade de nada vale se estiverem mortos e, acima de tudo, precisa ver a irmã. É... só mesmo a Scully para pôr um pouco de tino na cachola do querido. E só mesmo por ela ele abdicaria daquilo pelo qual tem aguardado há quase uma vida inteira (2º momento máster fofo do dia). Porque, no fim das contas, ela passou a ser “aquilo” pelo qual ele tem aguardado ao longo de todo esse tempo. Mas eles são M&S, e se ele é capaz do maior sacrifício por ela, o contrário não é menos verdadeiro. Tanto que ela diz ao Skinner para não dar a fita caso Mulder não concordasse, ainda que isso trouxesse terríveis conseqüências e a impedisse de ver a irmã.

Neste ínterim, Albert continua a rezar por Melissa, no entanto, a sente cada vez mais fraca. Agora, essa idéia de que “para que algo viva, outra coisa tem que ser sacrificada” não me parece nada justa, todavia, se é para o bem do querido e nossa alegria, tudo bem.

A imagem mais bela do episódio (além do querido, claro). :D





Retornando à estufa em busca de V. Klemper, M&S encontram o HDUBF, que lhes fala da morte de Victor. Ele discorre sobre o projeto OCP e revela que após a queda do OVNI em Roswell, em 1947, cientistas nazistas foram trazidos para tentar criar um ser híbrido de humano e alienígena, motivo pelo qual o governo vem coletando dados genéticos da população por meio da vacina contra varíola desde os anos 50. É aqui que Mulder finalmente entende o papel de seu pai em toda essa sujeira. Descobre que ele ameaçou denunciar o projeto, mas foi silenciado por meio do seqüestro de Samantha.

Essa revelação, somada às demais, faz com que Mulder procure sua mãe e a questione se seu pai a fez escolher entre ele e a irmã, ao que ela responde que não, foi ele quem decidiu. E o odiou por isso, mesmo em seu túmulo.

E o prêmio de melhor frase do episódio vai para Skinner: “É agora que você se ajoelha e beija minha bunda.” – Uiaaa! Foi um big PLÁH! no Cança. E fica ainda melhor quando este vê Albert entrar e descobre que o conteúdo da fita foi transmitido a outros 20 navajos.

Por mais tristes que sejam os finais de muitos dos episódios de AX, há sempre uma condição de ternura e de singeleza, que ao mesmo tempo nos encanta. Como neste final, quando Mulder encontra Scully sentada ao lado da cama vazia da Melissa e, depois de terem passado por tanta coisa, ele lhe diz que há uma união entre seus destinos e que a verdade será descoberta um dia.

Como o querido é aconchegante... (3º momento de fofura)





[/Ariana]

Quotes:

Scully: Aconteceu há três horas atrás. Ela entrou na cirurgia e... o dano no seu cérebro era pior do que eles esperavam. Sua pressão arterial começou a subir e, uh ... ela se foi. Ela morreu por mim e eu tentei dizer a ela que sentia muito, mas eu não acho que ela vá saber realmente.
Mulder: Oh, ela sabe. Melissa sabe.
Scully: Você estava certo. Não há justiça.
Mulder: Eu não acho que seja uma questão de justiça, Scully.
Scully: Então o que é?

Mulder: Eu acho que é uma questão sobre a qual não temos escolha pessoal. Eu acho que é uma questão de destino. Skinner me disse que ele falou com você, que você insiste em voltar a trabalhar. Agora, se a morte de Melissa é ...
Scully: Eu preciso de algo para me apoiar.
Mulder: Eu me sinto da mesma maneira. Nós dois perdemos tanto... mas acredito que o que estamos procurando está nos Arquivos X. Eu estou mais certo do que nunca que a verdade está lá dentro.
Scully: Eu já sei a verdade, Mulder. Agora o que eu quero são as respostas.

Outras Imagens de Paper Clip:

Notem a expressão de surpresa da Scully... E olha que ela sabia que ele estava bem...

A sra Scully contemplando novamente uma de suas filhas em estado de coma. Esta teve menos sorte...

Membros do sindicato.

"Lots and lots of files"

Imagem clássica de Mulder observando a enorme nave.

Sozinhos novamente.

domingo, 16 de maio de 2010

03x01 - The Blessing Way (O Caminho da Cura)

Direção: R.W. Goodwin
Roteiro: Chris Carter






"Há um antigo ditado índio que diz que algo vive tanto quanto a última pessoa que se lembra dele. Meu povo costuma confiar na memória acima da história. Memória, como o fogo, é radiante e imutável, enquanto a história só serve àqueles que procuram controlá-la, que apagam a chama da memória a fim de acabar com o perigoso fogo da verdade. Cuidado com estes homens porque eles são perigosos e imprudentes. Sua história falsa é escrita com o sangue daqueles que se lembram e daqueles que buscam a verdade." - Albert Hosteen.


Comentários:

[Ariana] É impossível amar Anasazi e não amar igualmente O Caminho da Cura! Mulder dado como morto, depois lutando pela vida; a primeira vez em que vemos o Sindicato e tomamos consciência de sua pérfida, porém, fascinante existência; temos a melhor cena excluída de todas as nove temporadas, quando Scully irrompe em prantos na casa da mamis; cenas funestas, dramáticas, suspense, tensão, morte, choro e ranger de dentes... AAAHHHH!!! Amo o mundo X! :D

Neste início de O Caminho da Cura retornamos ao explosivo momento em que fomos deixados por Anasazi. E enquanto vemos as chamas destruírem o vagão frigorífico e tudo o que ele encerrava, ouvimos a voz de Albert Hosteen narrar um antigo ditado Navajo que diz que “algo vive tanto tempo quanto a última pessoa que se lembra dele”. Ele conta que para os Navajos a memória é como o fogo, radiante e imutável, ao passo que a história é escrita por homens que se servem dela com a finalidade de dominar, homens que não hesitam em destruir aqueles que carregam a chama da memória, de forma a impedir que a verdade seja desvelada. Agora... não sei quanto aos Navajos, mas minha memória não é nadica imutável. Tá mais pra volúvel.

Em seguida vemos o Canceroso invadir brutalmente a casa de Albert à procura de Mulder e dos arquivos, e deixar atrás de si um cenário de destruição [safado!]. A expressão atônita de Scully ao se deparar com tamanha selvageria é a de quem sabe que algo muito grave aconteceu. E sua primeira pergunta é: "onde está o Mulder???"

Não sei quanto a vocês, mas para mim é impossível ver essa cena e não me sentir transportada a Without, quando Scully chama por Mulder no deserto... Credo, como choro vendo aquilo. É um dos momentos no qual me brota ainda uma leve raivinha do DD. T.T

Pois é, não basta perder o querido, ser apalpada por um boçal numa estrada no meio do nada, perder os arquivos, passar por uma comissão e terminar suspensa de suas atividades no FBI sob a alegação de insubordinação e desobediência a seus superiores (ou seja, rebeldia), ela ainda tem de ouvir do Skinner que “isto” (se referindo à morte do queridão) não foi fácil para todos... É, a cara de “todos” ali é realmente de extremo pesar... Tá bom ou quer mais?

Mais!!! Imaginem a cena: uma ruiva vagando a esmo pelas ruas, feito uma assombração, culpada e cantarolando “meu mundo caiu...” [ok, a trilha é por minha conta, mas cabe aqui]. Poxa, não me conformarei jamais por terem cortado a cena da Scully na casa da Magie! Tudo bem que já a vimos passar por momentos de crise anteriormente, mas nada comparado a isso. É como se o chão tivesse se desfeito sob seus pés e, ao invés daquela Scully forte, o que vemos é alguém claramente vulnerável e desbussolada, perambulando descalça por quilômetros a fio, no meio da noite, em busca do último porto seguro que lhe resta. O único lugar que pode lhe fornecer o apoio e conforto necessários para que não se precipite no abismo.

Também adoro a Melissa, principalmente seu feeling no que diz respeito à relação M&S. Mas convenhamos, quem é que, diante da dor de perder alguém, suportaria ouvir esse blábláblá... exotérico sobre vibrações e pressentimentos e tals? Eu a mandaria pentear macaco, no mínimo. No entanto, por ter peito [bem, não muito] para falar o que a Scully não tem coragem de admitir em voz alta - que sua ligação com Mulder é algo muito poderoso e que não morreria tão facilmente - nós a perdoamos.

Se há uma coisa que nunca imaginei ouvir sobre o querido é esta frase do Albert: “... o cheiro da morte estava sobre aquilo”. – Não duvido, afinal, foram os abutres que o encontraram. Imaginem o bodum. :P


Não é por nada, mas eu, no lugar do querido, acharia muito difícil querer viver tendo de ouvir os cânticos rituais dos Navajos por três dias seguidos. É pra querer morrer, isso sim!

Não é quem eu gostaria de encontrar à minha porta em plena madrugada.





Assim como Scully, quando se encontrava à beira da morte teve seu “encontro” sobrenatural em Por Um Fio, chegou a vez de Mulder... O primeiro a se apresentar, em uma espécie de sonho, é nosso saudoso GP, que o encoraja a continuar vivendo: “Acorde o sono da razão, e lute contra os monstros internos e externos”. Seguido de seu nada saudoso pai que, reproduzindo as palavras de Albert lhe diz: ”Você é a memória, Fox. Ela vive em você. Se morresse agora, toda a verdade morreria, e só as mentiras sobreviveriam a nós”. [Mulder não é nada modesto, hã?]

Aposto que o Skinner estava aguardando ansiosamente pela oportunidade de devolver o PLÁH! que a Scully lhe deu no dia anterior, ao dizer que ele estava subestimando sua posição na cadeia de comando, e melhor, usando as mesmas palavras que ela lhe dirigiu.

E Scully descobre o chip... Não deixe ele tirar!!!!!!!! Ah, se arrependimento matasse...




Scully morreria de inveja do Albert se soubesse que ele deu banho no querido. [E quem não? :D]




Quer coisa mais bizarra que a Scully em uma sessão de hipnose regressiva? Se bem que ó o naipe do psicoterapeuta que ela arranjou! Tem a maior pinta de feirante! E daqueles que coçam o saco e pegam na verdura (uiiiii... :D).

Cara de quem teve um sonho bom... rsrs...






Afff... é até clichê dizer que amo a cena em que o querido aparece num sonho para Scully, mas como não? Penso que no fundo ela não acreditava realmente na morte dele, como bem disse Melissa. Eu entendo o sonho da Scully não sob uma perspectiva paranormal, como se o Mulder estivesse transmitindo uma mensagem para ela efetivamente, mas como uma revelação de seus próprios sentimentos, de si mesma, de que em seu íntimo, ela sentia que ele estava vivo. Notamos isso, sobretudo na mensagem que ele lhe traz, de que ambos estiveram nesta ponte que liga os dois mundos e que ele retornaria deste lugar para seguir junto a ela. [ownnn... *-*]

Sei não, mas toda vez que vejo a mãe do Mulder no enterro do Bill me pego matutando se ela na verdade não está lá pra se certificar que ele finalmente bateu as botas.

“Aê, Dona Mulder, tenho que lhe parabenizar por ter gerado aquela gost... ops! quero dizer, tamanha fofura em forma de homem”.



Adoraria saber quem é o indivíduo que inventa esses codinomes em XF. De onde fulano me tira o nome “Homem das unhas bem feitas”? Que nem aquele do cabelo à escovinha, que ainda não sei o que é... *cara de bolinho*. Pô, nem pra mostrar se ele tem mesmo as unhas bem feitas! Mas, voltando ao assunto... Eu adoro esses membros do sindicato com seus discursos enigmáticos e dissimulados, principalmente quando o HDUBF [até a sigla fica grande] ao alertar Scully de que sua vida corria riscos, diz: “Motivos raramente não são egoístas”. [Devo concordar] E quando ela questiona o tipo de seus negócios, ele responde: “Nós prevemos o futuro. E a melhor forma de predizer o futuro é inventá-lo”. [Lembrarei disso quando for imperadora do mundo! :D]

Quanto à morte da Melissa, tenho que dizer que a culpa é toda dela. Por 2 motivos:

1 – Por não ter um celular. Se tivesse, Scully a teria avisado para não ir até ela.

2 – Por ir adentrando a casa dos outros sem bater. Pô, todo mundo tem a chave do apê de todo mundo nessa bodega? Virou a festa do caqui, ouxe!

Não é por nada, mas Skinner e Scully não tinham outro lugar para conversarem, além do apê do Mulder? [Não disse que esse povo não tem modos?] Ou é só pra dar uma tensão a mais na hora do clímax mesmo? Quando, em meio às vozes alteradas e armas apontadas, ouvimos o som de passos atrás da porta e...? Continua... afff... [/Ariana]

[Josi]
O que faz alguém bater num sr de idade assim? o.O Bom... fazem coisas piores, né? Por isso mesmo que muitas vezes a gente tem mais medo de quem detém alguma autoridade do que dos que chamamos "marginais".

Scully fica muito irada durante a audiência no FBI! É hilário ver a forma como ela se contém por muito pouco! E o que Skinner fala querendo acalmá-la só faz piorar a situação. rsrs Mesmo por que todo mundo sabe que aquilo definitivamente não está sendo tão difícil para eles como está sendo pra ela... parece aquela gente que bate e fala "dói mais em mim do que em você"... oi?

Skinner todo solícito (do jeito dele, claro... sem querer cruzar a linha do conforto) e Scully só patada: "Com todo respeito, acho que o sr superestima sua posição na linha de comando". Toma! Adoro a carinha que ele faz depois... parece o Seu Madruga depois de apanhar da D. Florinda. hahahaha

E Skinner retribuindo a "gentileza" da Scully??? Lindo. :P O Bom é que ela não pode fazer nada... praticamente pediu por isso. rsrs

Então, vem a terrível sequência dela tirando o bendito chip! Quem não tem vontade de gritar "Nooooooooooooooooooooooo! Don't touch it!!!". Pois é... Mas ela toca e ainda destrói a coisa ao tentar analisá-la. Aff... Essa semana eu tava pensando (ô falta do que fazer...): imagine se a Scully sofre um acidente qualquer, fazem um raio-X e o médico "eita, vou retirar isso aqui". Tadinho... Mulder acabaria com ele...

Outra é que eu só entendo a resistência da Scully em fazer hipnose porque eu acho que naquela época não era tão difundido, não é? Bom, eu não sei realmente. Hoje em dia parece ser mais comum. Sei lá. Enfim, o que eu sei é que hoje em dia, Melissa estaria orgulhosa de sua irmãzinha. Rigidez científica? Onde? Seguir os instintos? Oh, sim... mesmo que ela ainda resista um pouco como vimos em IWTB.

Ah... Eu tenho medo desse psicólogo que a Scully arrumou. Ele é incompetente, gente! Viram como ele ficava pegando nela? Ouxe. Scully fez mais do que certo em ter fugido dali. Medão.

Albert diz pra Mulder não trabalhar nem tomar banho nem trocar de roupas por 4 dias... ok, os dois últimos eu não duvido que ele cumprisse, mas 4 dias sem trabalhar? hahahhahahaha

Own... morro de pena quando ele apaga o desenho...

O que é a mãe do Mulder chegando toda triste em casa e de repente se deparando com o filhão todo bonito sorrindo pra ela? Ooooooown... Daí depois ele vai e a assusta com suas perguntas perigosas... Po, fia... perdeu, maluca! Quem mandou ter um filho tão compromissado com a verdade assim?

Mas tadinha da Scully. Vem um cara sinistro e lhe diz que alguém a matará. Ou será um assassino profissional ou alguém que fosse de sua confiança. o.O Então, o Skinner fica com aquele jeito suspeito dele! kkkkkkkkkk Sempre sobra pro Skinner...

E o final... nossa! [/Josi]

[Cleide]
É muito triste ver Scully gritando por Mulder no meio do deserto, mas nem se compara ao desespero da oitava temporada...
Tadinha da Scully...


Scully, intuitiva, aborda mãe de Mulder no enterro do pai dele e diz que acredita que Mulder está vivo. Adoro o sonho de Scully! Confesso que meu coração Shipper bateu mais forte ao ouvir "I return from the dead to continue with you"... Que lindo! Hum... se eu tivesse um sonho desses, ficaria feliz por semanas!

Curiosidades:

- É nesse episódio que baleiam Melissa (isso todo mundo sabe), mas vocês sabiam que Melinda e Nicholas Lea namoravam nessa época??? hum...

- Nesse episódio o 'homem das unhas bem feitas' aparece pela primeira vez... (Gente, ele tem as unhas bem feitas mesmo? Eu nunca reparei!) [/Cleide]

[Starbuck] The Blessing Way (o caminho da cura) é a parte do meio perfeira para a trilogia que me fez ficar inevitavelmente presa a XF até hoje. Momentos marcantes do episódio:

- Mulder sem camisa em muitas e muitas cenas;

- Scully, descalça, chegando na casa da mãe dela, pois só na oitava e nona temporadas a veremos de novo tão perdida,cansada, só e triste. Por isso, não concordo quando dizem que o personagem mudou nessas temporadas, pois toda vez que a Scully pensa na possibilidade de perder o Mulder, ela desmorona, então a fragilidade dela vir à tona nessas temporadas me pareceu um caminho natural.

- Adoro a visita do Fohike....

- O Deep aparecer nos sonhos do Mulder achei legal, mas o pai dele, para mim, seria dispensável.

- A descoberta da Scully que tem o chip e a consequente retirada deste desencadeando toda a doença dela na próxima temporada nos mostra que por mais louco que o cC pareça ele (no limite do possível, claro) soube bem levar a mitologia, em especial, no que tange aos personagens M e S.

- Mulder falando com a Scully num sonho (me lembrei da história de José - da Bíblia)





- Notem a expressão da Scully deixando a intuição falar mais alto, abandonando (mesmo que temporariamente) o medo de acreditar... e, mesmo que todos já dessem Mulder como morto, ela sabendo que ele vivia.

- Scully toda intuitiva falando para a mãe do Mulder não se preocupar.

- Tem a morte da melissa... (e depois tive que aguentá-la reencarnada na oitava e nona temporada..afff)

- E a Scully apontando a arma para o careca... e ouvindo os passos do Mulder... (um dos to be continued mais eletrizantes de toda a série).



[/Starbuck]

Quotes:

Garganta Profunda: Eu primeiro fui atingido pela falta de tempo, tendo dependido disso tão completamente como uma medida de mim mesmo e minha vida. Movendo-se dentro da noite perpétua que consome propósito e ação, toda a paixão e vontade. Eu venho a você, velho amigo, com a clareza dos mortos não para acenar para você, mas para sentir o fogo e a intensidade que ainda vive em você... e o peso do seu fardo que eu já foi meu. Há uma verdade aqui, velho amigo, se isso é tudo o que você procura, mas não há justiça ou julgamento sem os quais a verdade é um grande, morto buraco. Volte. Não olhe para o abismo ou deixe que o abismo olhe para você. Desperte do sono da razão e lute contra os monstros de dentro e de fora.

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Albert Hosteen: Você deve ter cuidado agora para terminar a cerimônia da forma apropriada. Se você se for, não deve fazer nenhum trabalho, mudar de roupas ou tomar banho por quatro dias.
Mulder: Isso vai realmente atrapalhar a minha vida social.
Albert Hosteen: Os garotos têm um presente pra você. Você pedia por elas durante suas piores febres.

Mulder: Durante a minha febre, eu... eu saí daqui e viajei para um lugar.
Albert Hosteen: Este lugar você carrega com você. Ele está dentro de você. É o lugar de origem.
Mulder: Não foi um sonho?
Albert Hosteen: Sim.

Outras Imagens de The Blessing Way:

Scully: "Eu cometi um erro terrível"

Um oásis no deserto

Mulder "no outro lado"

O registro de um absurdo

E Mellissa é assassinada no lugar da Scully

sábado, 8 de maio de 2010

Introdução à Terceira Temporada de Arquivo X

Há algo que permaneceu imutável nas 9 temporadas de Arquivo X: a capacidade dos season finale de nos deixar extremamente apreensivos. Assim como no final da primeira temporada, no fechamento da temporada 2 restou-nos ficar com cara de: hã? E agora?!


O fato é que eles, Mulder e Scully, sempre conseguem uma forma de se reerguer através do apoio na fé e na força mútua. Mesmo quando, ao final, temos a impressão de que voltam à estaca zero, de mãos vazias, eles sempre dão um passo adiante, estremecendo os planos daqueles por trás da Conspiração. Mas, ao final de tudo isso, quem poderá saber a diferença que isso fará? Ainda é cedo para responder a esta pergunta, mas a cada temporada acumulamos mais elementos a nos guiar neste enredo fascinante.



E assim se inicia a terceira temporada: Scully cada vez mais envolvida com os Arquivos X, mesmo que ainda se mostre oscilante entre o mergulhar de cabeça ou o afastamento saudável. Mulder prossegue a caminhada com sua fé totalmente renovada, apesar das muitas perdas sofridas por ele e sua parceira, perdas essas que serviriam unicamente para deixá-los ainda mais unidos.

Sim, unidos contra um inimigo comum e que já sabemos ser mortalmente perigoso.


A cada vestígio de resposta, novas dúvidas são somadas à pilha já significativamente volumosa: quem teria sequestrado Scully? Quais testes foram realizados? Que plano aterrorizante poderia incluir o implante de um chip na nuca da agente ruiva? Monitoramento? Espionagem? Ou seria um horror ainda pior e inimaginável?

Ao mesmo tempo em que mais elementos da conspiração são revelados, passamos a questionar: qual é a verdade em que acreditamos? Existe uma verdade unívoca... ou será melhor falar de verdades?


Mas nem só de mitologia vive uma série! Assim, esta temporada nos presenteia com gratas surpresas. Há os maravilhosos episódios no estilo "Monstro da Semana", onde, se por um lado a sanidade de Mulder é questionada, desta vez de modo mais enfático, num episódio em que ele prova a possibilidade de um aluno superar (e muito!) o seu mestre; por outro, a fé da Scully é posta à prova quando a vida de um garotinho com estranhos dons é colocada em suas mãos.

Em outros episódios, o inusitado fica por conta de uma Scully muito, mas muito ciumenta. Smart is sexy? Claro! Mas... er... por que mesmo que Mulder precisava provar à sua parceira que aquilo que ela viu não correspondia ao que ela estava pensando? Ai ai...

Enfim, começa mais uma temporada de Arquivo X. Mais que isso: você está convidado a deliciar-se com os episódios, à bordo de uma montanha russa de emoções demasiadamente humanas: medo, raiva, ciúmes, alegria, alívio e, principalmente, amor e fé. Uma temporada que prova que mergulhamos na escuridão tão somente para deixar sobressair o que há de melhor em nós.

sábado, 1 de maio de 2010

Segunda Temporada - Final


E aqui terminamos mais uma temporada.

Nossa temporada mais escura, uma das mais angustiantes, uma em que quase perdemos tudo: Arquivos X, Scully, Mulder...

Esta também é a temporada em que tivemos nosso primeiro episódio cômico. Sim, porque ser paradoxal não é para qualquer um.

Vamos a um pequeno resumo do que aconteceu de mais importante nesta temporada:

The Little Green Men: Mulder recebe informações de que mensagens de alienígenas podem estar sendo recebidas em uma base em Porto Rico. Scully o convence de que ela pode continuar a ajudá-lo mesmo ambos estando fora dos Arquivos X. Pela primeira vez, temos flashs da abdução da Samantha.

The Host: Skinner disfarçadamente passa um Arquivo X para Mulder, que precisa ser convencido pela Scully a aceitar o caso. Ambos trabalham no caso de forma não oficial. Este é o fabuloso episódio de nosso querido flukeman.

Blood: Mulder e Scully descobrem que o governo pode estar usando a população para testes de novos tipos de psicotrópicos.

Sleepless: Mulder começa a trabalhar com um parceiro novo, Krycek, que se mostra um espião do Canceroso. Neste episódio são mostradas evidências de experiências com soldados que são mutilados para aumentar sua eficiência em batalhas suprimindo suas necessidades de sono.

Duane Barry: Mulder tem a oportunidade de encarar um ex-agente do FBI que diz sofrer de constantes abduções por aliens. Scully é sequestrada por este ex-agente.

Ascension: Mulder tenta desesperadamente resgatar sua parceira, mas é sabotado por Krycek e Scully é levada ao alto de uma montanha onde ela foi aparentemente abduzida. Os Arquivos X são reabertos e Mulder descobre a traição de Krycek, que foge.

One Breath: Scully aparece em um hospital e todas as evidências são limpadas antes de poderem ser analisadas. Ela fica entre a vida e a morte enquanto Mulder vai em busca de vingança. Ele desiste da pretensa vingança para passar o que os médicos acreditam que sejam os últimos minutos de sua parceira, mas ela se recupera milagrosamente.

Firewalker: Scully volta ao trabalho de campo com Mulder.

Red Museum: O caso investigado por Mulder e Scully parece ser um comum até que eles descobrem evidências de mais experiências conduzidas por agentes no governo. O homem misterioso que aparece para limpar as evidências é reconhecido pela Scully como o homem que matou o Garganta profunda.

Irresistible: Mulder e Scully investigam um caso que abala profundamente a agente ao ponto de ela se afastar e pedir ajuda psicológica. Ela procura esconder este desconforto de seu parceiro, mas ao ser sequestrada por um homem que parece ser a própria encarnação do diabo e escapar por pouco de se tornar mais uma de suas vítimas, ela deixa transparecer sua fragilidade ao desabar nos braços de seu atônito parceiro.

Colony: Médicos com aparência idêntica e que trabalham em clínicas de aborto são mortos ao longo do país. Mulder e Scully descobrem que eles são clones e que estão sendo eliminados por estarem desenvolvendo experimentos para criar híbridos humanos-aliens. Mulder encontra uma mulher que se diz sua irmã, enquanto Scully é seguida por um Caçador de Recompensas, um alien que tem a capacidade de se transformar em quem ele quiser.

End Game: Scully é sequestrada pelo Caçador de Recompensas que pede a suposta irmã de Mulder como forma de troca. Na ação, "Samantha" cai num rio junto com o Caçador, mas apenas o seu corpo é encontrado. Mulder descobre que a moça que ele encontrou é apenas mais um clone e que ela também faz parte do grupo que trabalha na criação de um híbrido. Todas elas também são mortas.

F. Emasculatas: Novamente pessoas inocentes são usadas como cobaias em experimentos. Desta vez, Mulder e Scully descobrem pistas que ligam uma indústria farmacêutica a um agente patológico que se mostra fatal para o hospedeiro.

Anasazi: Na tentativa de desacreditar e isolar Mulder, doses constantes de LSD são adicionadas à sua água, fazendo- o agir de forma violenta e mais paranoica que o habitual. Mulder recebe documentos codificados na língua navajo e, em consequência do segredo que eles escondem, e, ao ser confundida com seu parceiro, Scully sofre uma tentativa de assassinato. Em busca de vingança pelo assassinato de seu pai, Mulder tenta matar Krycek, mas é detido por Scully, já que ela teme a associação entre tal atitude e o assassinato de seu próprio pai. Scully leva um Mulder desacordado ao Novo México, onde eles encontram alguém que pode decodificar os arquivos: Albert Hosteen. Scully conta a Mulder o que eles descobriram até ali, revelando a descoberta de seu nome nos arquivos em um contexto pouco claro. O sobrinho de Albert leva Mulder ao vagão frigorífico onde ele vê inúmeros corpos que acredita serem de aliens. Logo em seguida, o Canceroso chega ao local e, no intuito de apagar qualquer vestígio, explode o vagão com Mulder lá dentro.

Quotes mais marcantes:

"Antes, eu só podia confiar em mim mesmo. Agora só posso confiar em você."

"Temos um amigo no FBI."

"Não há respostas para você, Sr Mulder. Eles só têm uma política: negue tudo."

"Eu não quero que ele pense que precisa me proteger"

Scully: "Você conseguiu encontrar o que estava procurando?"
Mulder: "Não. Não. Mas eu... eu encontrei algo que pensei ter perdido. Fé para continuar procurando."

Mulder: "Agora você sabe como eu me sinto o tempo inteiro..."

Scully: "Tem mais uma coisa. Meu nome está naqueles arquivos. Nas últimas citações com Duane Barry."
Mulder: "Em que contexto?"
Scully: "Não é muito claro, mas tem algo que ver com um teste. Quero que você descubra, Mulder. Eu preciso."


Os Bastidores desta temporada:




Nos vemos agora na terceira temporada, pessoal! ;-)